- Mojtaba Khamenei afirmou, em mensagem de Ano Novo persa, que os ataques a Turquia e Omã não foram realizados pelo Irã.
- Ele acusou os Estados Unidos e Israel de usar a tática da “bandeira falsa” para afastar os vizinhos do Irã.
- Alega que a propriedade dos ataques foi manobra do inimigo sionista para criar discórdia entre o Irã e seus vizinhos.
- Garantiu que o regime não será abalo pelas mortes de membros do alto escalão e chamou de ilusão qualquer motim promovido por EUA e Israel.
- O líder não fez aparições públicas desde o início do conflito.
O aiatolá Mojtaba Khamenei, novo líder supremo do Irã, afirmou por meio de uma mensagem de Ano Novo Persa que ataques contra Turquia e Omã não teriam sido realizados pelo Irã. Ele atribuiu as ações a táticas de bandeira falsa promovidas por Estados Unidos e Israel, com o objetivo de provocar discórdia entre o Irã e seus vizinhos.
Khamenei afirmou que as ações em território turco e omanense não partiram das forças armadas iranianas nem da Frente de Resistência. Segundo ele, trata-se de uma manobra inimiga para criar desentendimentos regionais com o Irã no centro das atenções.
O líder iraniano não apareceu publicamente desde o início do conflito. Ele descartou as temáticas de motim popular para derrubar o governo, classificando-as como ilusão e mantendo o regime inabalável diante das mortes de figuras de alto escalão.
Khamenei reforçou que o Irã permanece firme, mesmo diante de perdas entre suas lideranças. Ele argumentou que a morte de líderes não deve gerar medo ou desespero entre o povo, afirmando que o objetivo de dividir o país não seria alcançado.
Agravos entre EUA, Israel e o Irã continuam sem mudanças significativas no discurso oficial do regime. A defesa iraniana de que não houve ataques vindos de Teerã sustenta a posição de que as ações contra Turquia e Omã foram realizadas por terceiros, não pelo Irã.
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