- Trabalhadores da Groundforce, empresa com contratos em doze aeroportos espanhóis, vão entrar em greve a partir de sexta-feira, 27 de março, com stoppages indefinidos.
- A paralisação afeta atividades de manuseio de bagagens, planejamento de giro de aeronaves e embarque em grandes aeroportos, incluindo Madrid, Barcelona, Málaga, Palma (Mallorca), Alicante, Valência, Gran Canaria, Tenerife e outros.
- O movimento ocorre durante o período de Semana Santa e envolve fornecedores como UGT, CCOO e USO, após disputas sobre salários, condições de trabalho e acordos setoriais.
- Há greves adicionais de 24 horas nos dias 28 e 29 de março, e de 2 a 6 de abril, com possibilidade de continuidade até 31 de dezembro se não houver acordo.
- Mesmo com serviço mínimo garantido por lei, espera-se aumento de filas, atrasos e mudanças de horários, por causa da menor equipe de apoio ao deslocamento das aeronaves.
Travellers que vão a Espanha na Páscoa devem se preparar para interrupções nos voos, já que sindicatos de trabalhadores aeroportuários anunciaram greve para o período de Semana Santa. A paralisação envolve equipes de manuseio de bagagem, viradas de aeronaves, embarque e outros serviços de solo.
O movimento foi convocado por UGT, CCOO e USO, em resposta a questões salariais, condições de trabalho e à cobrança por acordos setoriais. A greve terá início com a atuação da Groundforce, responsável por contratos em 12 aeroportos espanhóis, a partir de sexta-feira, 27 de março.
Os protestos devem ocorrer durante períodos de pico de deslocamentos, quando milhões de passageiros passam pelos aeroportos da Espanha. Atividades de rotina podem sofrer atrasos e alterações de horários, mesmo com serviço mínimo garantido por lei.
Impacto nos aeroportos
A paralisação poderá afetar destinos como Madrid-Barajas, Málaga-Costa del Sol, Alicante, Palma de Mallorca, Barcelona-El Prat, Gran Canaria, Tenerife Norte e Sur, Lanzarote, Fuerteventura, Valência, Ibiza e Bilbao. Os efeitos incluem tempo de embarque mais longo e filas nos check-ins.
A orientação esbarra em planejamento: o governo garante serviço mínimo, o que não impede atrasos. Turnaround mais lento pode acarretar ripple effects em voos subsequentes, impactando horários de partidas e chegadas.
Para reduzir transtornos, passageiros devem consultar status de voo nos sites das companhias e aeroportos, chegar com antecedência e, sempre que possível, usar bagagem de mão para evitar check-in.
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