- Donald Trump chamou aliados da Otan de covardes, acusando falta de apoio à guerra contra o Irã, em publicação nas redes sociais.
- Ele disse que, sem os EUA, a Otan é um “tigre de papel” e pediu ajuda para garantir a navegação no Estreito de Ormuz; nenhum país foi consultado antes do ataque EUA-Israel, que teve início em 28 de fevereiro.
- Alemanha, Grã-Bretanha, França, Itália, Holanda, Japão e Canadá divulgaram uma declaração conjunta defendendo esforços para a passagem segura pelo Estreito.
- O chanceler alemão afirmou que a defesa conjunta pressupõe o fim dos combates.
- O presidente francês Emmanuel Macron destacou a importância do direito internacional e da desescalada, dizendo que não houve sinal de interesse de entrar no conflito.
O presidente Donald Trump atacou os aliados da OTAN, acusando-os de covardia pela falta de apoio à guerra contra o Irã. Ele citou Alemanha, Grã-Bretanha, França, Itália, Holanda, Japão e Canadá como países que não foram consultados.
Em rede social, Trump afirmou que, sem os EUA, a OTAN seria um tigre de papel, reiterando o apelo por ajuda para manter a navegação segura no Estreito de Ormuz. O conflito teve início em 28 de fevereiro, com ataques conjunto EUA-Israel, e já impactou mercados globais e deslocado milhões.
Trump também questionou a contribuição dos aliados, destacando que muitos pagaram preços altos do petróleo sem colaborar com a passagem pelo estreito estratégico. Em resposta, grandes países europeus anunciaram esforços para garantir a passagem marítima, apesar de divergências sobre o ritmo do conflito.
Reações internacionais
Alemanha, Grã-Bretanha, França, Itália, Holanda, Japão e Canadá divulgaram uma declaração conjunta defendendo ações para permitir a passagem segura no Estreito de Ormuz, sem confirmar atividades militares até o fim dos combates. O chanceler alemão enfatizou que o acordo exige cessar as hostilidades.
O presidente francês afirmou que defender o direito internacional e buscar desescalada é o caminho mais viável, destacando que não houve apoio explícito ao avanço do conflito entre os interlocutores da UE. A declaração conjunta ressalta a necessidade de coordenação entre aliados para evitar agravamento da crise.
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