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China alerta que situação no Oriente Médio pode sair do controle

China pede cessar-fogo imediato no Oriente Médio e alerta para ciclo vicioso de violência que pode desestabilizar a região e pressionar o preço do petróleo

O anúncio foi feito pelo porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian (foto) na 3ª feira (17.mar)
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  • A China pediu cessar-fogo imediato no Oriente Médio e retorno às negociações diplomáticas, segundo o porta-voz Lin Jian.
  • Lin Jian afirmou que a guerra entre a aliança Estados Unidos-Israel e o Irã pode levar a uma situação incontrolável na região.
  • O conflito já elevou o preço do petróleo acima de US$ 100 e ameaça rotas de energia da Ásia, especialmente do Golfo Pérsico.
  • O Irã disse que fechará completamente o estreito de Ormuz se houver ataque às suas instalações de energia, impactando mercados asiáticos.
  • A China, grande compradora de petróleo, reitera o apelo por fim das hostilidades e pela retomada do diálogo para evitar um ciclo de violência.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, afirmou na segunda-feira que o país pede cessar-fogo imediato no Oriente Médio. A China classifica a escalada entre a aliança EUA-Israel e o Irã como perigosa, podendo gerar um ciclo de violência difícil de conter.

Segundo o porta-voz, a confrontação atual ameaça a estabilidade regional e o equilíbrio do mercado global de energia. Ele ressaltou que a situação pode piorar se não houver retorno ao diálogo e à negociação entre as partes envolvidas.

O comentário ocorre em meio a apreensões sobre o impacto econômico da crise. O petróleo já ultrapassou US$ 100 por barril, e o bloqueio iraniano afeta rotas de energia para a Ásia, especialmente para o Golfo.

Posição da China

O porta-voz reiterou a exigência de cessar-fogo e retomar as negociações diplomáticas. Lin Jian afirmou que o uso de força tende a ampliar a violência e que a guerra não deveria ter começado. A China conclamou as partes a evitar medidas que elevem a deterioração.

O anúncio ressalta a preocupação de Pequim com a segurança energética global. O estreito de Ormuz, crucial para o abastecimento asiático, permanece sob tensão, elevando o risco de interrupções nas vias de transporte de petróleo.

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