- EUA divulgaram imagens de novos ataques contra alvos no Irã, com o objetivo de destruir a capacidade do regime de realizar ataques com drones.
- O governo norte‑americano afirmou que a nova fase da operação busca desintegrar a infraestrutura de drones do Irã; o ultimato de Trump para reabrir o estreito de Ormuz não foi atendido pelo país.
- Uma publicação de Trump sobre diálogo com o Irã foi contestada por uma agência iraniana, que afirmou não haver tratativas entre as partes.
- O professor Leonardo Trevisan afirma que o Irã avançou militarmente e forçou os EUA a recuar, destacando vitórias iranianas no conflito.
- Trevisan aponta que avanços iranianos podem causar grandes prejuízos aos vizinhos e às forças americanas, e que vencer o Irã exigiria recursos e tempo elevando o preço do petróleo.
Os Estados Unidos divulgaram imagens de novos ataques contra alvos no Irã, anunciando uma nova fase da operação militar no Oriente Médio. O objetivo é neutralizar a capacidade do regime iraniano de realizar ataques com drones. O Irã não respondeu ao ultimato de reabertura do estreito de Ormuz.
As ações norte-americanas foram acompanhadas de expectativa de ataques à infraestrutura de energia do Irã, caso o estreito não fosse reaberto. Contudo, uma publicação de Donald Trump nas redes sociais sobre possível diálogo gerou dúvidas sobre o andamento da ofensiva.
Além disso, uma agência de notícias iraniana informou que não houve diálogos entre Teerã e Washington, sugerindo que o recuo norte-americano ocorreu após ameaças de fechamento de Ormuz e de ataques a usinas no Golfo.
Contexto recente e leituras
O professor Leonardo Trevisan, especialista em relações internacionais, afirmou que houve pressões sobre o Pentágono e sobre países árabes moderados, o que pode ter induzido Trump a moderar a estratégia. Trevisan destacou vitórias militares do Irã no contexto atual.
Para Trevisan, o Irã avançou e obrigou os EUA a recuar em parte da ofensiva. O analista aponta que as ações iranianas mostram capacidade de causar danos significativos a vizinhos e às forças americanas na região, o que ele classifica como fator de ponderação para eventuais novas etapas.
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