- O porta-voz Dmitry Peskov afirmou que ataques próximos à usina nuclear de Bushehr, no Irã, são extremamente perigosos e que a Rússia comunicou suas preocupações aos Estados Unidos.
- O Kremlin destacou que ações militares na região podem ter consequências irreparáveis para a área.
- O aviso ocorre em meio a tensões entre EUA, Israel e Irã, com foco na segurança de infraestruturas nucleares no Irã.
- O conflito já provocou mortes civis no Irã e baixas entre militares dos EUA, além de ataques de retaliação de áreas próximas.
- A tensão se expandiu ao Líbano, com o Hezbollah atacando Israel e Israel realizando ofensivas contra alvos no território libanês.
O Kremlin afirmou nesta segunda-feira que ataques próximos à usina nuclear de Bushehr, no Irã, são extremamente perigosos. O porta-voz Dmitry Peskov disse que a Rússia já comunicou suas preocupações aos Estados Unidos.
Segundo Peskov, ações militares nessa região podem ter consequências irreparáveis e representam um risco significativo para a região.
Aa declaração ocorre em meio a tensões entre Estados Unidos, Israel e Irã, com preocupações internacionais sobre a segurança de infraestruturas nucleares no Irã.
Contexto regional e desdobramentos
Os EUA e Israel teriam iniciado ações no Irã, com impactos relatados no território iraniano e no Golfo. O Irã teria respondido com ataques a países da região, segundo fontes internacionais.
Mais de 1.200 civis teriam morrido no Irã desde o início do conflito, conforme a Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos. A administração norte-americana contabiliza mortes de soldados ligados aos ataques.
O conflito também se expandiu para o Líbano, com o Hezbollah atacando território israelense. Israel realizou ofensivas aéreas em resposta a alvos no Líbano, segundo relatos.
Após a morte de parte da liderança iraniana, um conselho do país elegeu Mojtaba Khamenei como novo líder supremo. Especialistas apontam continuidade da linha de repressão no governo.
Donald Trump reagiu ao anúncio, classificando a escolha de Mojtaba como um grande erro. O ex-presidente afirmou que deveria ter participação no processo, o que gerou críticas entre analistas.
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