- Donald Trump afirmou que está em negociação com o Irã e suspendeu ataques a infraestruturas de energia do país.
- Segundo ele, autoridades dos EUA e do Irã chegaram a um acordo de 15 pontos que pode encerrar o conflito em curso.
- Países como Turquia, Egito e Paquistão aparecem como mediadores das conversas, segundo a imprensa internacional.
- O Irã, por sua vez, nega qualquer negociação em andamento, apesar do otimismo no mercado.
- O preço do petróleo caiu, com o barril recuando mais de dez por cento; a Otan informou esforço conjunto para normalizar o transporte marítimo pelo estreito de Ormuz.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou estar em negociação com o Irã e ter suspendido novos ataques a infraestruturas de energia do país. Segundo ele, autoridades de ambos os lados chegaram a um acordo de 15 pontos que pode levar ao fim do conflito, que já dura quase um mês. A afirmação envolve EUA, Irã e possíveis interlocutores.
O governo do Irã negou qualquer negociação oficial até o momento. Mesmo com o recuo de tensões, o otimismo provocou a queda no preço do petróleo, com o barril recuando mais de 10%. A imprensa mundial aponta Turquia, Egito e Paquistão como mediadores das conversas.
A Otan confirmou esforço conjunto entre países europeus e aliados para normalizar o transporte marítimo no estreito de Ormuz, visando estabilizar preços e reduzir riscos na região. Analistas ressaltam que o andamento das negociações pode impactar a dinâmica de consumo e produção de petróleo.
Desdobramentos
Do lado americano, autoridades reiteraram que as negociações se mantêm abertas e que uma solução pode evitar novos ataques. No Irã, o governo não confirmou negociações formais, mantendo postura de avaliação sobre os próximos passos.
Especialistas ponderam que, se houver confirmação do acordo, a redução de hostilidades poderá favorecer o mercado internacional de energia e as operações de navegação na região do Golfo. A situação segue em monitoramento por governos e mercados.
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