- Irã informou que navios não hostis podem transitar pelo Estreito de Ormuz, mantendo monitoramento sobre as passagens.
- a decisão foi anunciada pelo ministro do Petróleo, Javad Owji.
- a medida ocorre após o fechamento parcial do estreito na semana anterior, que atingiu navios de países considerados inimigos, como Estados Unidos e Israel.
- o Estreito de Ormuz é crucial para o transporte de petróleo, respondendo por cerca de 20% do petróleo mundial.
- o governo iraniano diz defender seus interesses e busca reduzir tensões na região para evitar uma crise maior.
O Irã informou nesta quarta-feira (24) que navios não hostis podem transitar pelo Estreito de Ormuz, apesar de ter mantido fechamento parcial do estreito em resposta às tensões com os Estados Unidos e Israel. A decisão foi anunciada pelo ministro do Petróleo, Javad Owji, que ressaltou que apenas embarcações sem intenções hostis podem passar pela rota estratégica.
A medida ocorre após o Irã ter restringido parcialmente a passagem de navios na semana anterior, dificultando a navegação de embarcações associadas a países considerados inimigos. Owji afirmou que a fiscalização continuará a monitorar a passagem para evitar confrontos e proteger interesses nacionais.
Segundo o ministro, a liberação de navios não hostis busca reduzir tensões na região e evitar uma crise que impacte o mercado global de petróleo. O Estreito de Ormuz é critical para o transporte de petróleo e gás natural, com cerca de 20% do petróleo mundial passando pela via.
Especialistas apontam que a decisão iraniana pode influenciar a postura de outros países e o ritmo das operações de frete na área. O governo do Irã declarou que defenderá sua soberania e seus interesses na região, mantendo a segurança na navegação para navios não vinculados a adversários.
O estreito continua entre as áreas mais sensíveis do Oriente Médio, onde conflitos recentes já causaram volatilidade nos preços e nos fluxos de comércio global. A nova mensagem de Teerã aponta para uma tentativa de reduzir riscos sem abrir mão de sua posição estratégica.
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