- Polícia do Irã prendeu 466 pessoas acusadas de atividades online para minar a segurança nacional, informou a mídia estatal.
- As prisões integram uma das maiores operações de segurança desde o início da guerra na região, envolvendo Israel e os Estados Unidos.
- A imprensa iraniana informou que, no mês, foram registradas mais de mil prisões ligadas a filmagens de locais sensíveis, compartilhamento de conteúdo antigovernamental e cooperação com o inimigo.
- O comunicado policial disse que as prisões foram resultado de inteligência e monitoramento técnico nos últimos dias.
- Segundo as autoridades, os detidos estariam conectados a redes inimigas que buscariam criar instabilidade interna.
O Irã prendeu 466 pessoas acusadas de atividades online com o objetivo de minar a segurança nacional, informou a polícia estatal nesta terça-feira (24). A operação foi descrita como parte de ações de combate a redes consideradas inimigas do país.
Segundo a mídia oficial, houve mais de mil prisões no mês ligado a filmagens de locais sensíveis, divulgação de conteúdo antigovernamental online e cooperação com o inimigo. As autoridades não detalharam quantas pessoas foram presas apenas por esses motivos.
A polícia afirmou que as prisões foram resultado de inteligência e de monitoramento técnico nos últimos dias, com a identificação de indivíduos ligados a redes que buscariam fomentar instabilidade interna. Os detalhes não foram divulgados.
Desdobramentos e contexto
As informações destacam um esforço contínuo das autoridades iranianas para conter o que classificam como ameaças à segurança interna, em meio a tensões regionais e conflitos com potências estrangeiras. O governo não forneceu números adicionais sobre índices de prisão ou nomes de rádios ou plataformas investigadas.
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