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Iraque autoriza grupo apoiado pelo Irã a responder a ataques

Iraque autoriza Forças de Mobilização Popular a responder a ataques, elevando a tensão regional após ataque que matou 15 combatentes

Consulado dos EUA e aeroporto internacional de Erbil, no Iraque são alvo de ataque com drones em meio à guerra
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  • O Conselho de Segurança Nacional do Iraque autorizou as Forças de Mobilização Popular (PMF) a exercer o direito de autodefesa e a responder a ataques contra suas posições.
  • A autorização veio após o ataque ao quartel-general das PMF nesta terça-feira, que deixou 15 combatentes mortos.
  • As PMF acusam os Estados Unidos e Israel pelos ataques das últimas semanas, e as retaliações podem levar a um ciclo de confrontos com os EUA.
  • As PMF, também conhecidas como Hashd al-Shaabi, reúnem facções xiitas que atuam dentro das forças de segurança iraquianas e mantêm alinhamento com o Irã.
  • O episódio ocorre em meio a uma escalada de tensões regionais, com ataques anteriores contra bases americanas e a embaixada dos EUA no Iraque.

O Conselho de Segurança Nacional do Iraque autorizou as Forças de Mobilização Popular (PMF) a exercer o direito de autodefesa e a responder a ataques contra suas posições. A decisão acontece após o ataque a um quartel-general das PMF.

O ataque, ocorrido nesta terça-feira (24), deixou 15 combatentes mortos. A ofensiva foi atribuída pelas PMF a forças estrangeiras aliadas a Washington, segundo relatos locais.

As PMF são um guarda-chuva de milícias xiitas apoiadas pelo Irã, oficialmente integradas às forças de segurança do Iraque. O grupo afirma ter sido alvo de ataques nos últimos dias.

A autorização de autodefesa eleva o tom do confronto, com riscos de retaliações e de um ciclo de ataques e contra-ataques envolvendo os EUA. O conflito regional já se intensifica.

Grupos pró-Teerã lançaram ataques anteriores contra bases americanas no Iraque e contra a embaixada dos EUA durante a guerra, ampliando a tensão entre potências na região.

O primeiro-ministro iraquiano, Mohammed Shia al-Sudani, tenta manter apoio de Washington e das facções xiitas locais, em meio a pressões políticas internas. O papel dos EUA em Bagdá permanece influente desde 2003.

*(Com informações da Reuters)*

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