- Netanyahu afirmou que a campanha mais ampla contra o Irã continua, apesar do que é divulgado pela mídia, em meio aos esforços diplomáticos dos EUA.
- O primeiro-ministro ressaltou que desmantelar o Hezbollah é prioridade máxima e vincula isso ao conflito mais amplo com o Irã.
- Israel está ampliando sua presença militar na zona de amortecimento no sul do Líbano para afastar o Hezbollah da fronteira.
- O premiê disse que foi criado um colchão de segurança para impedir incursões terrestre na Galileia e na fronteira norte.
- Ele afirmou ter neutralizado a ameaça de uma invasão terrestre do Hezbollah, incluindo a unidade de operações especiais Radwan, dizendo que essa ameaça não existe mais.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou nesta quarta-feira que a campanha mais ampla contra o Irã permanece ativa, mesmo diante dos esforços diplomáticos dos EUA para dialogar com Teerã. A declaração foi feita durante fala a prefeitos e autoridades locais de comunidades na fronteira norte do país.
Segundo Netanyahu, a ação contra o Hezbollah continua como prioridade máxima, vinculando o objetivo ao conflito maior entre Israel e o Irã. Ele destacou a determinação de alterar fundamentalmente a situação no Líbano e acrescentou que as operações seguem em curso.
O premiê informou que Israel está ampliando sua presença militar na zona de amortecimento no sul do Líbano, criada para afastar o Hezbollah da fronteira e proteger as comunidades israelenses. Ele descreveu o movimento como um cinturão de segurança mais amplo.
Além disso, Netanyahu disse ter neutralizado a maior parte da ameaça de mísseis do Hezbollah, reconhecendo que ainda há trabalho a ser feito. Ele mencionou a suposta eliminação da ameaça de uma invasão terrestre, associada à unidade Radwan, considerada de elite, e afirmou que essa ameaça não existe mais.
Desdobramentos operacionais
A fala ocorreu no contexto de tensões regionais intensificadas entre Israel e grupos pró-iranianos, com foco na fronteira norte e nas ações both no Líbano e na continuidade de ataques e defesa aérea. Autoridades locais relataram continuidade das operações e reforços na zona fronteiriça.
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