- A Casa Branca afirmou que as negociações com o Irã estão avançando rapidamente e não houve impasse após a resistência iraniana ao plano de 15 pontos apresentado pelos EUA.
- A secretária de imprensa, Karoline Leavitt, disse que as discussões são produtivas, mas não vai divulgar detalhes da proposta ou dos pontos trocados.
- A agência iraniana Fars informou que o Irã não aceitará o cessar-fogo e quer alcançar objetivos estratégicos antes de encerrar o conflito.
- O texto destaca o contexto do conflito no Oriente Médio, com ataques entre EUA, Israel e Irã, além de consequências como mortes de civis e deslocamentos.
- O Irã e aliados, como o Hezbollah, realizaram ataques na região, enquanto um novo líder supremo foi eleito no país, gerando críticas de ex-ocupantes, como o ex-presidente dos EUA.
A Casa Branca informou que as negociações com o Irã seguem avançando, mesmo após Teerã ter resistido à proposta de 15 pontos apresentada pelos EUA. A secretária de imprensa afirmou que as conversas são produtivas e não chegaram a um impasse.
Segundo a Casa Branca, não há detalhes a revelar sobre o conteúdo da proposta divulgada pelo presidente americano. A spokesman ressaltou que não vai entrar em minúcias sobre o que foi discutido entre os dois lados neste momento.
O Irã, por meio de veículos administrados pelo governo, indicou que não aceitará o cessar-fogo nesta etapa. A pauta destaca que iniciar um diálogo com os EUA não seria lógico diante de violações anteriores, segundo a imprensa estatal iraniana.
As informações sobre o andamento das negociações chegam em meio a um cenário de conflito no Oriente Médio, com operações entre EUA, Israel e o Irã desde o ataque a Teerã ocorrendo no fim de fevereiro. As potências associadas registram vítimas civis e militares em diferentes frentes.
O conflito também se estendeu ao Líbano, com ações do grupo apoiado pelo Irã e respostas aéreas de Israel. Autoridades internacionais relatam centenas de mortes no território libanês e deslocamentos em larga escala entre civis.
Em paralelo, o Irã e seus aliados passaram a indicar objetivos estratégicos de longo prazo. O governo iraniano busca preservar seus interesses na região antes de encerrar o envolvimento direto no conflito, segundo fontes próximas à Editorial estatal.
O tema envolvendo a liderança iraniana ganhou atenção internacional após a morte de parte da cúpula do regime. Mojtaba Khamenei foi colocado como novo líder supremo, gerando reações diversas entre autoridades estrangeiras, incluindo críticas de ex-aliados.
Trump criticou publicamente a escolha de Mojtaba Khamenei, descrevendo-a como um erro grave. O ex-presidente afirmou que deveria ter envolvimento direto na gestão das relações com o Irã, destacando inclinações para mudanças diplomáticas futuras.
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