- Um homem japonês invadiu a embaixada da China em Tóquio na terça-feira, 24 de março de 2026, pulou o portão e ameaçou funcionários, dizendo que mataria diplomatas chineses “em nome de Deus”.
- Ele foi preso pela polícia japonesa logo após o incidente; com ele foi encontrada uma faca de 18 centímetros e não houve feridos.
- O suspeito afirmou ser oficial ativo das Forças de Autodefesa do Japão, informação confirmada pela polícia.
- O secretário-chefe do Gabinete do Japão, Minoru Kihara, classificou o caso como extremamente lamentável e informou reforço da segurança ao redor da embaixada.
- O Ministério das Relações Exteriores da China divulgou forte protesto e atribuiu o episódio à ideologia de militarização ligada à primeira-ministra Sanae Takaichi, pedindo investigação minuciosa e punição ao responsável.
Um homem japonês invadiu a embaixada da China em Tóquio na terça-feira, 24 de março de 2026, e proferiu ameaças contra diplomatas chineses. Ele pulou o portão do prédio, apresentou-se como membro ativo das Forças de Autodefesa do Japão e foi preso pela Polícia japonesa pouco depois. Uma faca de 18 centímetros foi apreendida com o suspeito. Não houve feridos.
A polícia confirmou que o suspeito era, de fato, oficial em atividade das Forças de Autodefesa do Japão, o que motivou investigações sobre o motivo do ataque. A exploração de motivação e planejamento permanece em apuração pelas autoridades.
O secretário-chefe do Gabinete do Japão, Minoru Kihara, chamou o incidente de extremamente lamentável e informou que a segurança ao redor da embaixada chinesa foi reforçada após o ocorrido. A embaixada chinesa recebeu apoio de autoridades locais para manter a operação normal no local.
O episódio ocorre em meio a tensões bilaterais entre China e Japão que já vinham se agravando. O governo japonês lamentou o ataque, sem apontar responsabilidade oficial, enquanto o Ministério das Relações Exteriores da China divulgou reprovação formal.
Durante a coletiva diária, o porta-voz chinês Lin Jian afirmou que o país apresentou forte protesto ao Japão e chamou o caso de falha no treinamento das Forças de Autodefesa. Ele sugeriu uma investigação minuciosa e punição adequada ao responsável.
Lin Jian também mencionou que o incidente poderia refletir a influência de ideologias de militarização atribuídas à liderança do Japão, citando a primeira-ministra Sanae Takaichi. O porta-voz pediu explicações claras ao governo japonês sobre o ocorrido.
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