Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ormuz está aberto, salvo países em guerra com Irã, afirma chanceler

Ormuz estaria aberto a navios de países não envolvidos no conflito com EUA e Israel, segundo o chanceler iraniano; China, Índia e outros teriam passagem livre

O estreito de Ormuz é o principal ponto de tensão na guerra do Irã por impactar diretamente o suprimento de petróleo e gás global
0:00
Carregando...
0:00
  • O chanceler iraniano Seyed Abbas Araghchi afirmou que o estreito de Ormuz está aberto para navios de países não envolvidos na guerra com a coalizão Estados Unidos-Israel, durante reunião com o chanceler chinês Wang Yi.
  • A declaração sugere que embarcações com destino a China, Índia, Japão e Coreia do Sul poderiam seguir pelo estreito, o que aliviaría parte da pressão econômica sobre essas nações.
  • O conflito já impacta a região: seguradoras elevaram o preço de seus serviços e ataques iranianos atingiram instalações de gás e petróleo no Oriente Médio.
  • Circulam rumores de que o Irã cobraria pedágio de US$ 2 milhões por navio para atravessar Ormuz; a cobrança não foi confirmada por fontes independentes.
  • Na conversa, Wang Yi pediu que todas as partes aproveitem janelas de paz e iniciem negociações o quanto antes, em meio ao envio de um plano de paz dos Estados Unidos ao Irã por canais paquistaneses.

O chanceler iraniano, Seyed Abbas Araghchi, afirmou ao deliberar com o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, que o estreito de Ormuz está aberto para navios de países não envolvidos na guerra entre o Irã e a coalizão EUA-Israel. A declaração, nesta terça-feira, 24 de março de 2026, visa garantir passagem segura pela rota estratégica, dependente pela China para suprir demanda por petróleo.

Araghchi sinalizou que navios com destino a nações como China, Índia, Japão e Coreia do Sul poderiam seguir sem impedimentos, em meio ao conflito regional que já envolve importantes bases norte-americanas na região. A China se posiciona como observadora neutra, destacando a importância do estreito para o abastecimento global e para a economia chinesa, que depende de energia marítima.

A tensão econômica já se sente: seguradoras elevaram tarifas, e ataques iranianos atingiram instalações de gás e petróleo na região, pressupondo gargalos futuros. Também circulam boatos sobre uma possível cobrança iraniana de pedágio de 2 milhões de dólares por navio petroleiro, confirmação oficial não divulgada.

Mudanças no tráfego e implicações

O chanceler chinês enfatizou que todas as partes devem buscar a paz e iniciar negociações o mais breve possível, aproveitando janelas de oportunidade. Um plano de paz proposto pelo governo de Donald Trump, divulgado nesta terça, envolve tratativas sobre programas nucleares e de mísseis, bem como questões de rotas marítimas, segundo o *New York Times*.

A proposta foi apresentada ao Irã por meio de canais diplomáticos paquistaneses, conforme a reportagem norte-americana. A cooperação entre China e Irã, com apoio a uma passagem menos conturbada pelo estreito, é vista como fator relevante para a estabilidade regional e para a continuidade do fluxo de petróleo.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais