- Autoridades cipriotas afirmam que o país continua seguro e atuam para evitar queda no turismo devido à guerra no Oriente Médio.
- Cancelamentos ocorridos em março e abril podem se estender até maio; o governo, o presidente e ministros mobilizam-se para enviar mensagem de segurança aos visitantes.
- O vice‑ministro do turismo, Costas Coumis, enfatiza a prioridade de reconstruir a imagem de Chipre por meio de ações direcionadas e parceria com uma empresa de relações públicas.
- O mercado europeu continua sendo o principal polo de visitantes, mas o clima de insegurança na região tem dificultado a recuperação, mesmo com a normalização de voos.
- Medidas de apoio consideram incentivar o turismo doméstico e manter fluxo de turistas europeus; a companhia israelense ISSTA criou ligação aérea entre Jordânia e Chipre para atender a demanda durante o período do Pessach.
Cyprus busca manter a imagem de destino seguro após a escalada no Médio Oriente. Autoridades insistem que o país continua estável, em meio a ataques às bases britânicas em Akrotiri e ao início de conflitos na região.
Desdobramentos indicam que, há cerca de duas semanas, o Presidente Nicos Christodoulides e ministros vêm assegurando a imprensa internacional a segurança do território. Março registrou cancelamentos de reservas, levando o governo a intensificar a comunicação com turistas.
O governo coordena uma mobilização ampla, incluindo ministérios, missões diplomáticas, Hermes, hoteleiros e autoridades locais, para recuperar a imagem de Cyprus. A ideia é manter o fluxo turístico, sobretudo da Europa, diante do clima de insegurança regional.
Medidas de apoio ao turismo
O vice-ministro do Turismo, Costas Coumis, destacou que a prioridade é redesenhar a imagem com ações direcionadas. A parceria com uma empresa de relações públicas continua, com contatos intensificados com parceiros nacionais e internacionais.
A monitorização do mercado permanece constante, com troca frequente de informações para definir estratégias de resposta. O andamento do crise no Médio Oriente tende a influenciar a duração e a intensidade do impacto no turismo.
Fontes locais apontam que, após cancelamentos de março e abril, o fenômeno pode se estender a maio. Mesmo com o retorno da atividade aérea, não há medidas emergenciais ativas no momento.
A procura pelo verão está abaixo do esperado, o que preocupa o setor. A manutenção do fluxo turístico europeu continua sendo o maior desafio, diante de um ambiente de perceção de insegurança na região.
Isoladamente, a perda de demanda dos mercados israelense e de alguns países do Golfo já foi registrada. Em resposta parcial, a companhia ISSTA anunciou ligação aérea entre Jordânia e Chipre durante a Páscoa judaica.
Entre 30 de março e 8 de abril, serão voos diários de Aqaba para Paphos, atendendo viajantes em busca de curtas férias com disponibilidade reduzida de voos diretos a partir de Israel.
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