- Os drones MQ-9 Reaper deveriam aterrissar na base das Lajes no início desta semana, mas aguardam liberação enquanto Portugal solicita informações adicionais técnicas.
- O governo português pediu esclarecimentos à embaixada dos Estados Unidos em Lisboa sobre especificações técnicas, licenças dos pilotos e a área designada para eventual Flutuado em caso de emergência.
- Antes de viajar ao Oriente Médio, as aeronaves chegariam aos Açores em contêineres e seriam montadas na base; bombeiros de Lajes já receberam treinamento para responder a emergências envolvendo as aeronaves.
- A decisão final cabe ao governo de Portugal, que vem sendo scrutinado devido ao aumento da presença dos EUA na base e ao anúncio de autorização condicionada para uso pela parte americana.
- Cada MQ-9 Reaper custa cerca de $ 40 milhões; recentemente houve relatos de perdas de mais de dez dessas aeronaves na campanha contra o Irã, com derrubas por mísseis ou danos atribuídos a um aliado regional.
O que aconteceu: drones MQ-9 Reaper aguardam liberação para aterrissar na Base Aérea de Lajes, nos Açores, após Portugal solicitar informações técnicas adicionais. A chegada era prevista para o início desta semana, mas não ocorreu.
Quem está envolvido: o governo de Portugal, a embaixada dos EUA em Lisboa e as empresas fabricantes. A solicitação de esclarecimentos partiu das autoridades portuguesas e envolve licenças de pilotos e especificações técnicas.
Quando e onde: a expectativa era aterrissar no início desta semana em Lajes, nos Açores, após chegar a bordo de containers. O itinerário prevê trânsito para o Oriente Médio.
Por quê: Portugal busca informações para definir a autorização final de uso da base, com atenção à segurança e ao controle de operações. Treinamentos de bombeiros locais já foram realizados.
Detalhes técnicos e próximos passos
A embaixada dos EUA em Lisboa foi indicada como canal para obter as informações solicitadas. Ainda não houve resposta pública oficial das autoridades portuguesas.
A identidade ofensiva dos drones e suas capacidades são parte do debate público, com foco em impactos operacionais na presença militar dos EUA na base. A decisão final cabe ao governo português.
As aeronaves, fabricadas pela General Atomics, são apresentadas como veículos de vigilância e ataque com autonomia de longas operações. A aeronave MQ-9A tem envergadura de até 24 m e payload externo de cerca de 1,36 tonelada.
Fontes: reportagens locais indicam que os drones devem chegar aos Açores em containers, serem montados na base e que operações de resposta a emergências já foram treinadas com corpo de bombeiros da região.
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