- Governo de Israel afirma que comandante iraniano Alireza Tangsiri morreu em bombardeio ligado ao fechamento do estreito de Ormuz, passagem que concentra cerca de vinte por cento do petróleo mundial.
- Israel sustenta que o ataque foi resultado de cooperação com os Estados Unidos; o general americano Brad Cooper disse que a morte torna a região mais segura.
- Em retaliação, o Irã intensificou ataques contra Israel; estilhaços de míssil interceptado atingiram uma casa na Cisjordânia.
- O Exército israelense disse que cerca de trinta integrantes do Hezbollah teriam morrido em operações no Líbano; o grupo lançou mais de cem foguetes contra Israel, um deles tirou a vida de um homem de trinta anos em Nahariya.
- Hospitais próximos à fronteira com o Líbano foram adaptados ao conflito, com pacientes transferidos para áreas subterrâneas e leitos protegidos contra explosões.
O governo de Israel informou que um comandante iraniano, apontado como um dos responsáveis por fechar o estreito de Ormuz, foi morto em bombardeio no sul do Irã. A operação teria sido realizada com cooperação dos Estados Unidos, segundo o premiê Benjamin Netanyahu.
Alireza Tangsiri, chefe da Marinha da Guarda Revolucionária, é citado como líder de ações para bloquear a passagem estratégica por onde circula cerca de 20% do petróleo mundial. O Irã ainda não confirmou a morte nem houve comunicado oficial do país.
Reação iraniana e desdobramentos regionais
Em resposta, o Irã intensificou ataques contra Israel. Estilhaços de um míssil interceptado atingiram uma casa na Cisjordânia, segundo relatos. O Exército israelense informou ainda que cerca de 30 integrantes do Hezbollah teriam sido mortos em operações no Líbano.
O Hezbollah lançou mais de 100 foguetes contra Israel; um deles matou um homem de 30 anos em Nahariya. Hospitais próximos à fronteira com o Líbano adotaram medidas de proteção, com pacientes transferidos para áreas subterrâneas e leitos reforçados para explosões.
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