- O ministro Mauro Vieira ligou por telefone para o chanceler do Irã, Abbas Araghchi, para falar sobre o conflito no Oriente Médio; a ligação partiu de Paris, onde ele participa de uma reunião de chanceleres do G7.
- Segundo uma fonte iraniana à CNN, houve contato entre Estados Unidos e Irã e Teerã estaria aberto a ouvir propostas para encerrar a guerra.
- O governo iraniano negou ter mantido conversas com Washington, em contraste com a afirmação do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre avanços em negociações.
- Os relatos conflitantes provocaram oscilações nos preços do petróleo e nos mercados de ações.
- O conflito permanece ativo: o Irã realizou novos ataques com mísseis contra Israel, enquanto colonos israelenses realizaram ataques na Cisjordânia.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, ligou para o chanceler do Irã, Abbas Araghchi, para tratar do conflito no Oriente Médio. A ligação ocorreu a partir de Paris, onde Vieira participa de reunião de chanceleres do G7. O objetivo foi discutir caminhos para reduzir a escalada na região.
A informação foi divulgada sem detalhar termos da conversa. Fontes oficiais não confirmaram conteúdo específico do diálogo. Em Washington, o governo americano mantém ações diplomáticas e estratégicas para conter o avanço do conflito.
Numa conjuntura de oscilação de preços, o mercado reagiu a relatos sobre contatos entre Estados Unidos e Irã. O Irã negou, na véspera, ter iniciado negociações com Washington, em contraste com declarações de Donald Trump sobre avanços de acordo.
Atual andamento do conflito
O Irã realizou novas ofensivas com mísseis contra Israel durante a madrugada. Ao mesmo tempo, ataques de colonos israelenses na Cisjordânia ocuada foram relatados por fontes locais, aumentando a tensão na região.
As ações de cada lado envolvem interesses estratégicos e de segurança regional. EUA buscam garantias de não proliferação nuclear iraniana e limitações ao programa de mísseis. Teerã pretende manter influência regional e suspender sanções.
As informações são atualizadas com base em declarações oficiais e veículos de comunicação internacionais. Não há dados que indiquem solução iminente para o conflito, que permanece sem sinais de arrefecimento. Fonte: CNN.
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