- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Irã liberou a passagem de 10 navios petroleiros norte-americanos pelo Estreito de Ormuz, com saída prevista para 27 de março de 2026.
- A rota, principal via de escoamento de petróleo, estava fechada aos EUA desde o início dos ataques em 28 de fevereiro.
- Trump disse que o Irã não deveria poder cobrar pedágio pelo estreito, mas está fazendo isso em certa medida.
- O presidente afirmou estudar assumir o controle da produção de petróleo do Irã, nos mesmos moldes do que foi feito na Venezuela.
- Atualmente, apenas China, Rússia, Índia, Iraque e Paquistão têm autorização para atravessar o Estreito de Ormuz; Otan não tem garantia de passagem, e Trump questionou se os EUA continuarão a auxiliar o bloco.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Irã liberou a passagem de 10 navios petroleiros norte‑americanos pelo Estreito de Ormuz, com as embarcações previstas para zarpar nesta sexta, 27 de março de 2026. A passagem estava fechada desde o início dos ataques militares no fim de fevereiro.
Trump disse que o Irã não deveria poder cobrar pedágio pelo estreito, mas que estaria cobrando em certa medida. O presidente também indicou que avalia assumir o controle da produção de petróleo do Irã, em moldes semelhantes aos usados na Venezuela.
O Estreito de Ormuz segue sendo a rota-chave de escoamento de petróleo no mundo. Hoje, apenas China, Rússia, Índia, Iraque e Paquistão possuem autorização para atravessá‑lo. Países da Otan não têm garantia de passagem, apesar de evitarem envolvimento direto na guerra.
Contexto e desdobramentos
A administração norte‑americana tem mantido a pressão sobre o Irã por meio de ações diplomáticas e militares na região. A comunicação de Trump chega em meio a avaliações sobre o papel da Otan e o envolvimento de aliados na condução de estratégias energéticas.
Além disso, houve críticas de Trump à atuação de aliados na guerra entre Rússia e Ucrânia, com sinalização de que os Estados Unidos podem alterar o suporte a esse bloco. As informações são acompanhadas de perto por mercados e pela comunidade internacional.
Entre na conversa da comunidade