- O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que as operações militares contra o Irã estão “extremamente” adiantadas em relação ao cronograma original de quatro a seis semanas.
- Trump disse que, com 26 dias de conflito, já estão muito à frente do previsto e negou ser quem pressiona por um acordo para encerrar os combates.
- O enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, informou sinais fortes de que o Irã pode aceitar um acordo de paz, confirmando o envio de um plano de 15 pontos ao Irã via mediador Paquistão.
- Witkoff comentou que há possibilidade de convencer o Irã de que este é o ponto de inflexão, com poucas alternativas além da continuação da guerra.
- Em paralelo, fontes militares disseram que um ataque israelense à Marinha dos Guardiões da Revolução matou o comandante da flotilha, embora Teerã não tenha confirmado a morte; o Estreito de Hormuz segue sob tensão e já impacta os preços do petróleo.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que as operações militares contra o Irã estão muito adiantadas em relação ao cronograma original de quatro a seis semanas. O comentário foi feito nesta quinta, durante a primeira reunião de gabinete desde o início do conflito, em 28 de fevereiro.
O enviado norte-americano Steve Witkoff disse ter sinais fortes de que o Irã pode aceitar um acordo de paz. Segundo ele, Washington repassou um plano de 15 pontos ao Irã por meio do Paquistão, mediador no processo.
Trump repetiu que não está pressionando por um acordo. Alegou que os iranianos estão buscando o acordo, enquanto ele destacou que o timing não depende da parte americana.
Avanço diplomático e uso de mediadores
Witkoff afirmou que há indícios de que o Irã pode reconhecer um ponto de inflexão com alternativas menos graves. O diplomata ressaltou que o desenrolar depende de as partes aceitarem evitar mais destruição.
Conflito e bloqueio do Estreito de Hormuz
Paralelamente, a imagem de escalada se aprofundou com relatos de um ataque israelense que matou o comandante da marinha dos Guardiões da Revolução Iraniana. Segundo autoridades dos EUA, a ação é vista como fator que pode reduzir riscos na região.
Israel afirmou que a operação eliminou o responsável por operações na região, mas Teerã não confirmou a morte do almirante. O Estreito de Hormuz, vital para o petróleo, permaneceu sob controle iraniano, elevando o preço da commodity.
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