- O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que negociadores iranianos são “muito diferentes e estranhos” e estariam “implorando” por acordo.
- Trump afirmou que a postura iraniana é natural após a derrota militar do Irã e criticou a declaração de Teerã de que estão apenas analisando a proposta americana.
- Ele alertou que o Irã precisa levar as negociações a sério antes que seja tarde demais.
- Washington apresentou uma contraproposta de cinco pontos para encerrar o conflito, com limitações ao programa nuclear iraniano e envolvimento diplomático indireto com países intermediários.
- O Irã endureceu sua posição, exigindo garantias contra futuras ações militares, compensação por perdas e controle formal do Estreito, além de sugerir a inclusão do Líbano no acordo de cessar-fogo.
Donald Trump afirmou nesta quinta-feira que os negociadores do Irã são “muito diferentes e estranhos” e estariam “implorando” por um acordo, em publicação nas redes sociais. O presidente questionou a postura de Teerã após a derrota militar relatada pelo país.
Segundo ele, o Irã não reagiria bem caso a proposta americana não seja levada a sério, e afirmou que “uma vez iniciadas as negociações, não haverá volta” e que o resultado não seria bonito. A fala acontece após a divulgação de uma contraproposta dos EUA.
A Administração norte-americana apresentou uma proposta de cinco pontos para encerrar o conflito na região, com condições para limitar o programa nuclear iraniano e manter diplomacia com interlocutores indiretos. O Irã reagiu com firmeza.
Contexto da negociação
Teerã tem endurecido a posição desde o início do conflito, cobrando garantias contra ações militares futuras, compensações por perdas e controle formal do Estreito. Fontes iranianas indicam ainda que o Líbano poderia integrar o acordo de cessar-fogo.
Intermediários regionais foram informados de que o Irã deseja incluir o Líbano em qualquer acordo, fortalecendo a participação de grupos aliados na resolução regional. As negociações seguem sem data marcada para conclusão.
Entre na conversa da comunidade