- Donald Trump disse que pode concorrer à presidência da Venezuela contra a líder interina Delcy Rodríguez, dizendo que a população venezuelana gosta dele.
- A Constituição venezuelana proíbe estrangeiros de se tornarem presidentes; é exigido naturalidade venezuelana e ausência de outra nacionalidade (artigo 227).
- O republicano afirmou que seu governo conseguiu controlar a produção de petróleo venezuelano e sugeriu aplicar a mesma estratégia ao Irã.
- Desde a captura de Nicolás Maduro em janeiro, os EUA e a Venezuela passaram a se aproximar sob a liderança de Rodríguez.
- Em 13 de fevereiro, Trump disse ter relação “nota 10” com Rodríguez e mencionou a intenção de visitá-la, sem divulgar data, além de ter convidado Rodríguez para ir a Washington.
Donald Trump afirmou nesta quinta-feira, 26 de março de 2026, que poderia disputar a Presidência da Venezuela contra a atual líder interina Delcy Rodríguez. O republicano disse aos jornalistas que a população venezuelana o apoiaria.
Segundo o presidente dos Estados Unidos, haveria apoio popular na Venezuela caso ele concorresse. A declaração ocorre em meio a laços mais próximos entre Washington e Caracas desde a captura de Nicolás Maduro, em janeiro, e ao governo de Rodríguez.
Trump ressaltou ainda que sua administração já teve sucesso ao gerenciar a produção de petróleo venezuelano e citou intenção de aplicar a mesma estratégia ao Irã. A aproximação entre EUA, Venezuela e Rodríguez tem ganhado contornos diplomáticos desde fevereiro.
Impedimento constitucional
A Constituição da Venezuela impede que estrangeiros ocupem a Presidência. O artigo 227 determina que o chefe do Executivo seja venezuelano nato e sem outra nacionalidade. A medida mantém o cargo reservado a cidadãos do país.
Relações entre EUA e Venezuela
Trump mencionou ter “relação nota 10” com Rodríguez, conforme suas declarações feitas em 13 de fevereiro. Na ocasião, o republicano também indicou interesse em visitar a Venezuela e convidou a líder para ir a Washington.
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