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Espanhola afirma preferir desaparecer antes de se submeter à eutanásia

Antes de morrer pela eutanásia, Noelia Castillo, paraplégica após estupro coletivo, concedeu entrevista defendendo o direito a desaparecer diante do sofrimento

Espanhola ficou paraplégica em 2022 após se lançar do quinto andar de um prédio
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  • Noelia Castillo, de 25 anos, morreu nesta quinta-feira (26) após passar por uma eutanásia.
  • Quatro dias antes da morte, a espanhola concedeu entrevista à Antena 3, tratando da objeção da família ao procedimento.
  • Em 2022 ficou paraplégica depois de se lançar do quinto andar, em meio a sofrimento psicológico decorrente de estupro coletivo.
  • Ela havia solicitado a eutanásia em 2024, citando depressão e sofrimento físico; após tentativa de suicídio, passou a usar cadeira de rodas.
  • Na entrevista, afirmou não se arrepender do pedido e que desejava desaparecer, pois se sentia sozinha e sem perspectivas, com dor diária.

Noelia Castillo, de 25 anos, morreu nesta quinta-feira, 26, após passar pela eutanásia; a espanhola havia concedido uma entrevista quatro dias antes à emissora Antena 3.

Castillo ficou paraplégica em 2022 após se lançar do quinto andar de um prédio. O quadro foi desencadeado por um estupro coletivo que enfrentava, gerando sofrimento psicológico intenso.

Ela solicitou o procedimento em 2024, citando depressão e dor física permanente. Após uma tentativa de suicídio, passou a usar cadeira de rodas e convivia com dores crônicas diariamente.

Na entrevista, a espanhola descreveu conviver com o apoio da família, mas também a resistência apresentada por eles ao procedimento. Ela afirmou sentir-se sozinha e sem perspectivas de futuro.

Definiu que dormir era difícil devido às dores nas costas e nas pernas, e revelou não ter vontade de realizar atividades simples como sair, comer ou descansar, mantendo a decisão para eliminar o sofrimento.

A notícia destaca apenas os fatos conhecidos: a morte ocorreu por meio de ajuda médica, após o pedido feito há anos, e a entrevista marcada como um último desabafo diante da decisão tomada.

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