- O Irã informou que ataques de Israel atingiram o Complexo Nuclear de Água Pesada Shahid Khondab, em Arak, e a unidade de produção de “yellowcake” em Ardakan, na província de Yazd, sem vítimas ou contaminação.
- Segundo a Organização de Energia Atômica do Irã, não houve risco de poluição para a população; as instalações não operavam desde ataque anterior, em junho.
- A ofensiva ocorreu poucas horas depois de Israel ameaçar escalar e expandir sua campanha contra Teerã; autoridades israelenses reivindicaram a ação.
- A agência iraniana de notícias IRNA disse ter atingido os alvos, enquanto as Forças de Defesa de Israel afirmaram ter atingido capacidades de produção de mísseis, infraestrutura remanescente do programa nuclear e alvos do regime.
- A Guarda Revolucionária Islâmica prometeu retaliação; a Agência Internacional de Energia Atômica informou ter sido notificada pelo Irã e que não houve aumento nos níveis de radiação, com o diretor-geral pedindo contenção para evitar acidente nuclear.
O Irã informou que ataques israelenses atingiram o Complexo Nuclear de Água Pesada Shahid Khondab, em Arak, e a unidade de produção de yellowcake, em Ardakan, Yazd. Não houve vítimas nem risco de contaminação, segundo a Organização de Energia Atômica do Irã.
A ofensiva ocorreu nesta sexta-feira, 27, poucas horas depois de Israel sinalizar que poderia escalar e expandir sua campanha contra Teerã. A mídia estatal iraniana e autoridades israelenses confirmaram a ação.
O que aconteceu e quem está envolvido: o Irã reporta os ataques; Israel reivindica a ação por meio de suas Forças Armadas. A AIEA informou que foi notificada pelo Irã e que não houve aumento de radiação fora dos locais. A organização acompanha o caso.
Contexto e desdobramentos: o anúncio acontece em meio a tensões regionais acentuadas. O diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, reiterou apelo por contenção para evitar acidentes nucleares. O IRGC indicou retaliação, sem estabelecer prazo ou forma.
Notas oficiais confirmam que o ataque em Arak não operava ativamente desde junho do ano passado. A instabilidade envolve ainda pressão dos EUA para reabrir o estreito de Ormuz, área estratégica para o petróleo global.
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