- O Senado dos Estados Unidos aprovou, na madrugada de sexta-feira, o financiamento do Departamento de Segurança Interna para pagar agentes da Administração de Segurança de Transportes (TSA) e de grande parte das demais agências, sem novas restrições de imigração.
- O acordo foi aprovado por unanimidade pelo Senado e agora será analisado pela Câmara dos Representantes.
- O líder da maioria no Senado, John Thune, disse que o texto permite reabrir boa parte do governo, ainda com trabalho a fazer.
- O presidente Donald Trump afirmou que assinaria uma ordem para pagar imediatamente os agentes da TSA, buscando encerrar o que chamou de caos nos aeroportos.
- O pacote não financiou as operações de fiscalização de imigração do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) nem impôs novos limites à fiscalização da imigração; a controvérsia permanece, segundo o líder democrata no Senado, Chuck Schumer.
O Senado dos Estados Unidos aprovou, na madrugada desta sexta-feira (27), um acordo de financiamento do Departamento de Segurança Interna para pagar agentes da TSA e de outras pastas vinculadas. A votação foi unânime e sem voto nominal, seguindo para a Câmara dos Representantes analisar o texto.
O impasse de 42 dias sobre o financiamento, que paralisou parte da operação de aeroportos e prejudicou trabalhadores, teve desfecho com a liberação de verbas para grande parte do DHS. O acordo não resolve a pauta de imigração defendida pelos democratas.
O que inclui e o que fica de fora do pacote
O financiamento abrange FEMA, a Guarda Costeira e a TSA, mas não contempla o ICE (Serviço de Imigração e Alfândega). A Alfândega recebeu recursos, enquanto a proteção de fronteiras ficou de fora.
Pressões políticas e próximos passos
O tema da imigração permanece em debate entre Legislativo e Executivo. O líder da maioria no Senado, John Thune, destacou a possibilidade de reabrir o governo. O presidente Trump disse que assinaria uma ordem para pagar rapidamente os agentes da TSA.
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