- A usina nuclear de Bushehr, no Irã, foi atingida na noite de sexta-feira (27), sendo o terceiro ataque à instalação nos últimos dias.
- A Organização de Energia Atômica do Irã responsabiliza os EUA e Israel pelo ataque; não houve vítimas nem danos materiais relatados.
- A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) informou que o Irã comunicou o ataque.
- O diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, manifestou profunda preocupação e pediu máxima contenção para evitar risco de acidente nuclear.
- Grossi ressaltou que danos à usina em operação poderiam provocar um grave acidente radiológico, com impactos não apenas no Irã, mas além dele.
A usina nuclear de Bushehr, no Irã, foi atingida por um projétil na noite de sexta-feira, 27 de março, em um episódio que já ocorre pela terceira vez nos últimos dias. A Organização de Energia Atômica do Irã atribuiu o ataque aos Estados Unidos e a Israel, sem registrar vítimas, danos ou interrupções técnicas.
A AIEA informou que o Irã comunicou o ocorrido à agência. O episódio eleva tensões na região e aumenta a apreensão sobre a segurança da instalação em operação com material nuclear.
O diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, manifestou preocupação com o risco de um grave acidente radiológico caso ocorram danos significativos à usina. Ele pediu máxima contenção militar e ressaltou a importância dos pilares de segurança nuclear durante conflitos.
Segundo a organização iraniana, o ataque anterior contra Bushehr ocorreu na terça-feira da semana passada, descrito como novo ataque do “inimigo americano-israelense”. A declaração reforça a leitura oficial de que a instalação está sob ameaça constante.
Contexto regional
O confronto entre EUA e Israel e o Irã se amplia no Oriente Médio, com ataques mútuos relatados em diferentes países da região. Houve relatos de bombardeios e ações militares que atingiram alvos próximos à rede nuclear regional, sem confirmação de danos amplos até o momento.
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