- Na noite de sábado, em Tel Aviv, protesto contra a guerra resultou na prisão de Itamar Greenberg e mais 12 manifestantes; ele foi liberado posteriormente.
- Greenberg, estudante de direito, disse que a manifestação na Praça HaBima foi a maior já registrada, com cerca de 1.200 pessoas.
- Ele acompanha protestos desde o fim de fevereiro, observando o crescimento de participantes ao longo do tempo.
- Greenberg afirmou que a polícia foi “muito violenta” na prisão; a CNN Internacional procurou comentário da Polícia de Israel.
- Pela primeira vez, sionistas liberais participaram do protesto, o que ele descreveu como estranho, já que os protestos anteriores eram principalmente da esquerda antissionista.
Um manifestante israelense contra a guerra foi preso em Tel Aviv, ao lado de 12 outras pessoas, na noite de sábado (28). A ação ocorreu durante uma manifestação na Praça HaBima, segundo relatos.
Itamar Greenberg, estudante de direito e organizador de protestos contra a guerra envolvendo EUA, Israel e Irã desde o fim de fevereiro, afirmou que a manifestação reuniu cerca de 1.200 pessoas. Ele participou de diversos protestos desde o início do movimento.
Greenberg disse à CNN Internacional que a polícia foi muito violenta durante a prisão. A emissora contatou a Polícia de Israel para comentar o ocorrido. O protesto de sábado também contou com a participação de sionistas liberais, algo visto como incomum até então.
O organizador relembrou o crescimento histórico dos protestos: dos cerca de 20 participantes iniciais para 12 centenas na ocasião. Segundo ele, as primeiras ações reuniam apenas uma pequena parcela da esquerda antissionista, enquanto o apoio à guerra é, de modo geral, ainda popular entre o público local.
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