- A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) emitiu alerta dizendo que universidades norte-americanas no Oriente Médio podem sofrer retaliação após ataques à Universidade de Ciência e Tecnologia de Teerã.
- Trabalhadores, estudantes e moradores que ficam até 1 km das universidades norte-americanas na região foram aconselhados a abandonar o local de imediato.
- O comunicado fixa o prazo de 12h de segunda-feira, 30 de março de 2026, no horário de Teerã, para que os Estados Unidos condenem oficialmente os bombardeios para evitar retaliação.
- Caso não haja resposta do governo norte-americano, a IRGC afirma que duas universidades poderão ser atacadas em retaliação aos danos às universidades iranianas.
- Entre os alvos citados estão a Universidade Americana do Iraque em Bagdá, a Universidade Americana do Iraque em Sulaimaniya e a Universidade Americana do Curdistão em Duhok; todas as universidades americanas na região e as israelenses também são mencionadas como possíveis alvos.
O IRGC, Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, emitiu um alerta na noite de 28 de março de 2026. A mensagem diz que universidades norte-americanas na região do Oriente Médio podem sofrer retaliação após ataques à Universidade de Ciência e Tecnologia de Teerã.
O comunicado orienta trabalhadores, estudantes e moradores que ficam a até 1 km de universidades dos EUA na região a deixar o local de forma imediata. A nota classifica as instituições norte-americanas como alvos legítimos diante dos ataques ocorridos.
O texto também fixa prazo: até meio- dia de 30 de março, horário de Teerã, para que Washington condene os bombardeios oficialmente e impeça novas retaliações contra universidades na região. O efeito pretendido é evitar novas ações.
Entre as instituições mencionadas como possíveis alvos estão a Universidade Americana do Iraque em Bagdá, a Universidade Americana do Iraque em Sulaimaniya e a Universidade Americana do Curdistão em Duhok. A mensagem afirma que, se não houver condenação, duas universidades poderão ser atacadas.
O alerta não detalha circunstâncias de ação, mas deixa claro que as universidades americanas no Iraque e outras no Oriente Médio seriam visadas. Quem assina o comunicado não é citado, apenas a referência às autoridades americanas.
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