- As Forças de Defesa de Israel afirmaram estar a poucos dias de atingir todos os alvos de alta prioridade no Irã.
- O foco é a produção de armamentos, conforme explicou Nadav Shoshani, porta-voz internacional das IDF, com os alvos divididos em grupos e categorias.
- Segundo Shoshani, nos próximos dias as forças deverão concluir a missão contra os alvos de maior prioridade no grupo ligado à produção de armamentos, sem cronograma detalhado.
- No fim de semana, as IDF atacaram duas usinas siderúrgicas no Irã, incluindo uma que utiliza material radioativo, e uma usina de água pesada em Arak, relevante para a produção de plutônio.
- Além dos ataques, as ofensivas conjuntas de Estados Unidos e Israel já deixaram pelo menos 1.900 mortos no Irã e danificaram grande parte da infraestrutura civil, segundo o Crescente Vermelho iraniano.
As Forças de Defesa de Israel (IDF) afirmaram neste domingo que estão a poucos dias de atingir todos os alvos considerados de alta prioridade no Irã. O objetivo é concentrar-se na produção de armamentos, segundo o porta-voz Nadav Shoshani.
Os alvos foram classificados em grupos, como mísseis balísticos, instalações nucleares, centros de comando e controle, entre outros. Dentro de cada grupo, há categorias essenciais, importantes e adicionais, explicou o porta-voz.
Shoshani afirmou que, em breve, as forças israelenses poderão concluir a missão contra os alvos de maior prioridade no grupo de produção de armamentos. O cronograma não foi detalhado por questões operacionais.
Desdobramentos recentes
Durante o fim de semana, as IDF teriam atingido duas usinas siderúrgicas no Irã, incluindo uma que utiliza material radioativo, conforme a agência nuclear da ONU. Também houve ataque a uma usina de água pesada em Arak, ligada à produção de plutônio.
Shoshani disse que a usina de água pesada já havia sido atingida em uma ofensiva anterior, em junho, mas houve novas tentativas de reconstrução identificadas pela inteligência.
Pelo lado estratégico, ataques conjuntos de Estados Unidos e Israel contra o Irã já resultaram em mortes e danos significativos. A operação teria elevado o número de mortos para pelo menos 1.900, segundo o Crescente Vermelho iraniano, com impactos em infraestrutura civil e setores como saúde e educação.
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