- O líder supremo do Irã, aiatolá Mojtaba Khamenei, agradeceu ao povo do Iraque e à liderança religiosa pela assistência ao Irã diante da agressão, conforme a mídia estatal no domingo, 29.
- O presidente do parlamento iraniano afirmou, no 30º dia de guerra, que as forças do Irã aguardam tropas americanas e acusou os EUA de planejarem invasão terrestre enquanto falavam em negociações.
- A CNN informou que mais de mil soldados americanos seriam enviados ao Oriente Médio nos próximos dias, com ordens de envio aprovadas por autoridades americanas.
- Um comandante do exército iraniano alertou que a guerra terrestre seria mais perigosa, custosa e irreversível para o inimigo; Ghalibaf criticou a atuação dos EUA em bases na região.
- No fim de semana, o navio de ataque USS Tripoli, com 3.500 marinerios e fuzileiros, chegou ao Oriente Médio, segundo o Comando Central dos EUA.
O aiatolá Mojtaba Khamenei agradeceu ao povo iraquiano e à liderança religiosa pelo apoio ao Irã diante da agressão. A mensagem foi divulgada pela imprensa estatal iraniana neste domingo, sem detalhar como foi transmitida.
No 30º dia de conflito, o presidente do parlamento iraniano afirmou que as forças iranianas aguardam tropas americanas e acusam os EUA de planejarem invasão terrestre, ao mesmo tempo em que mencionou negociações como alternativa ao confronto.
Entre as últimas referências internacionais: a CNN informou o possível envio de milhares de soldados dos EUA ao Oriente Médio, com autorizações registradas por escrito. Comandantes iranianos repetiram alertas sobre a escalada.
Cenário com tropas americanas
Horas depois, o secretário de Estado americano sinalizou que os EUA podem buscar objetivos sem tropas terrestres, conforme fontes oficiais. A Casa Branca confirmou ausência de planos de enviar tropas ao Irã. No sábado, o USS Tripoli chegou ao Oriente Médio com 3.500 militares a bordo.
Com informações da CNN Internacional e agências iranianas, o quadro aponta para tensão prolongada na região, com declarações de autoridades de Teerã e de Washington, sem confirmação de ações militares definitivas.
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