- Letícia Oliveira Alves, goiana, morreu de hipotermia em uma área de mata em Coaticook, fronteira entre Quebec e Estados Unidos, em abril de 2024.
- Ela estava desaparecida desde 2023; o corpo foi encontrado apenas em abril de 2024, após meses de buscas.
- O velório e sepultamento ocorreram neste domingo, 30 de abril, no Cemitério Parque Memorial, em Goiânia (GO).
- A família aguardava a liberação para o translado desde a localização do corpo e recebeu apoio do Consulado-Geral do Brasil em Montreal.
- Letícia era formada em química pela Universidade Federal de Goiás, com mestrado no Instituto Tecnológico de Aeronáutica, e deixa uma filha de 12 anos.
Letícia Oliveira Alves, goiana, morreu de hipotermia em uma área de mata na fronteira entre o Canadá e os Estados Unidos, em Quebec, em abril de 2024. O corpo foi velado neste domingo (30), em Goiânia, após quase dois anos desaparecida.
Foi encontrado em uma região de mata em Coaticook, na província de Quebec, próxima à fronteira com Vermont e New Hampshire. A autópsia confirmou hipotermia como causa da morte. A família aguardava a liberação para o translado ao Brasil.
Segundo a ONG Unidentified Human Remains Canada, que acompanhava as buscas, as últimas informações indicavam que Letícia estava em Boston antes de ser encontrada morta. Ela mantinha contato com a família pelo Facebook até dezembro de 2023; em 2024, as contas foram apagadas.
A CNN Brasil procurou o Ministério das Relações Exteriores, que informou que o Consulado-Geral do Brasil em Montreal acompanha o caso e presta assistência aos familiares.
Quem era Letícia
Letícia formou-se em Química pela UFG em 2010 e possuía mestrado pelo ITA. Realizou pesquisas nas áreas de eletroanalítica, materiais, processos de fabricação e tratamento de esgoto. O irmão relatou que Letícia era mãe de uma filha de 12 anos.
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