- Dois soldados de paz da ONU, ambos indonésios, foram mortos e outros dois ficaram feridos, um gravemente, após uma explosão atingir o veículo em que estavam próximo a Bani Hayyan, no sul do Líbano.
- A Unifil informou que se trata de uma segunda fatalidade entre seu pessoal desde o fim de semana, e que a explosão teve origem desconhecida.
- Em comunicado separado, a Unifil informou que um soldado de paz morreu na noite de sábado, perto de Adchit Al Qusayr, no sul do Libano, e outro ficou gravemente ferido; a organização não atribuiu culpa.
- O ministro francês das Relações Exteriores, Jean-Noël Barrot, pediu reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas para discutir os ataques contra as forças de paz.
- Desde 1º de março de 2026, confrontos entre forças israelenses e o Hezbollah, com envolvimento de Irã, intensificaram-se no sul do Líbano, agravando a situação humanitária na região.
Dois soldados de paz da ONU morreram nesta segunda-feira no sul do Líbano, perto de Bani Hayyan, após uma explosão de origem ainda desconhecida que atingiu o veículo em que estavam. Dois outros militares ficaram feridos, um deles gravemente. A operação é da Unifil, a força de paz da ONU no país.
A Unifil informou que os militares mortos eram indonésios. A organização também confirmou que a explosão destruiu o veículo e que a investigação já foi iniciada para apurar as causas do incidente. Ainda não há atribuição de responsabilidade.
Este é o segundo incidente fatal envolvendo o efetivo da Missão desde o fim de semana. No sábado, uma posição da Unifil perto de Adchit Al Qusayr foi atingida por projétil, resultando na morte de um soldado e em ferimentos graves a outro.
Incidente em Bani Hayyan
A Unifil descreveu o ataque como parte de uma onda de violência que acompanha a região. A missão reiterou que não houve atribuição de culpa até o momento e que a investigação continua em andamento.
Contexto regional
As confrontações entre forças israelenses e o Hezbollah, apoiado pelo Irã, se intensificaram no sul do Líbano desde 1º de março de 2026. As operações terrestres de Israel e a deterioração das condições humanitárias são citadas como backdrop do aumento de incidentes. A França solicitou uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU para tratar do assunto.
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