- Shelly Kittleson, jornalista americana, foi sequestrada em Bagdá na terça-feira, 31.
- Ela já havia sido avisada pelas autoridades americanas e iraquianas sobre ameaças do grupo pró-Irã Kataib Hezbollah.
- Um indivíduo ligado ao Kataib Hezbollah foi detido pelas autoridades iraquianas, segundo o subsecretário de Estado Dylan Johnson, e é considerado suspeito de envolvimento no sequestro.
- O Kataib Hezbollah já mirou repetidamente americanos; autoridades monitoravam as ameaças e haviam recomendado que ela deixasse o país nas últimas semanas.
- O Departamento de Estado afirmou ter alertado a jornalista sobre as ameaças e continuará a coordenar com o FBI para assegurar a libertação o mais rápido possível.
Shelly Kittleson, jornalista americana, foi sequestrada em Bagdá na terça-feira, 31. A ação ocorreu enquanto ela trabalhava no Iraque. Autoridades dos EUA e do Iraque monitoravam a situação e investigavam possíveis autoria e motivações. A motivação apontada envolve o grupo pró-Irã Kataib Hezbollah.
Segundo fontes familiares ao caso, alertas repetidos por autoridades americanas e iraquianas indicaram planos de sequestrar ou matar a jornalista. As mensagens de alerta foram enviadas nas últimas semanas, com orientações para a jornalista deixar o país.
O Departamento de Estado afirmou ter cumprido o dever de alertar a vítima sobre as ameaças e informou que continuará a coordenar com o FBI para a libertação, sem detalhar as ameaças específicas. A prisão de um indivíduo ligado ao Kataib Hezbollah foi comunicada pelas autoridades iraquianas.
Ameaças e envolvimento do Kataib Hezbollah
- O Kataib Hezbollah é descrito como um grupo militante apoiado pelo Irã que já mirou diplomáticos e cidadãos ocidentais.
- As investigações seguem em andamento para esclarecer a participação de membros do grupo na subplot do sequestro e para definir próximos passos das autoridades envolvidas.
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