- Lula criticou os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU — Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido — por promoverem guerra em vez de paz, durante evento do ProUni em São Paulo (31).
- O presidente afirmou que o Conselho deveria zelar pela paz mundial, não por conflitos envolvendo Cuba, Venezuela e Irã.
- O discurso mencionou o bloqueio a Cuba, os acontecimentos na Venezuela e os bombardeios no Irã como exemplos de tensões atuais.
- O líder americano Donald Trump disse recentemente que Cuba seria “a próxima” após elogiar ações na Venezuela e no Irã.
- Lula apontou que operações dos EUA contra a Venezuela em janeiro e ataques ao Irã em fevereiro impactaram a economia brasileira, incluindo a elevação do preço do petróleo, e pediu que os membros do Conselho criem juízo e interrompam os conflitos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta terça-feira (31) a atuação dos países membros do Conselho de Segurança da ONU diante de Cuba, Venezuela e Irã. O comentário foi feito durante evento do ProUni em São Paulo. Ele afirmou que as potências não zelam pela paz e promovem conflitos.
Segundo Lula, os cinco membros permanentes — Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido — deveriam buscar a paz, mas estariam envolvidos em ações que geram tensão. Ele citou o bloqueio a Cuba e as situações recentes na Venezuela e no Irã como exemplos do que chamou de guerra disfarçada.
O líder brasileiro disse ainda que tais conflitos afetam o custo de vida e a economia do Brasil, citando a elevação do preço do petróleo. Ele pediu que o Conselho de Segurança “crie juízo” e interrompa os confrontos para priorizar educação, cultura e lazer.
Repercussões internacionais
Desdobramentos citados por Lula incluem ações dos EUA na Venezuela e no Irã, que, segundo o presidente, influenciam o cenário econômico global. O pronunciamento ocorreu em meio a debates sobre o papel do Conselho de Segurança na detenção de tensões regionais.
Em tom de apelo, ele pediu que os líderes do Conselho atuem com responsabilidade e promovam a paz mundial. A fala foi recebida com atenção no evento do ProUni, que reuniu estudantes e autoridades em São Paulo.
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