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Usina de dessalinização de ilha iraniana fica fora de operação após ataque

Usina de dessalinização na ilha de Qeshm fica fora de operação após ataque aéreo, afetando o fornecimento de água potável na região

Vista aérea da ilha de Qeshm, separada do continente iraniano pelo Estreito de Clarence, no Estreito de Ormuz.10/12/2023REUTERS/Stringer
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  • Uma das usinas de dessalinização da ilha de Qeshm, no Irã, ficou fora de operação após ataque aéreo no início do mês.
  • Autoridades afirmam que a água potável de Qeshm é fornecida por usinas da ilha e que a unidade atingida está completamente indisponível, sem perspectiva de reparo rápido.
  • O vice-governador da província de Hormozgan disse que a infraestrutura foi atingida apenas uma vez no início do mês.
  • O contexto envolve o conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, que já resultou em mortes de civis e ataques a alvos na região.

Uma das usinas de dessalinização da ilha de Qeshm, no Irã, ficou fora de operação após ter sido atingida por um ataque aéreo no início deste mês. A informação foi divulgada por um funcionário do Ministério da Saúde à imprensa iraniana nesta terça-feira (31).

De acordo com o chefe do Centro de Saúde Ambiental e Ocupacional do Ministério da Saúde, a água potável de Qeshm é fornecida por usinas de dessalinização. Uma unidade da ilha ficou completamente indisponível, e não há prazo de reparo definido.

A mídia local citou o vice-governador da província de Hormozgan, informou que a infraestrutura de dessalinização na ilha sofreu apenas um ataque naquele período. Não houve confirmação de danos adicionais.

Contexto regional

O Irã está envolvido em um conflito com os Estados Unidos e Israel, que se intensificou após ataques no fim de fevereiro. O governo iraniano anunciou várias retaliações contra alvos na região, incluindo Emirados Árabes, Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Iraque e Omã, com o objetivo declarado de atingir interesses dos EUA e de Israel.

Autoridades internacionais têm apontado consequências humanitárias do confronto, com relatos de mortes em civis e deslocamentos na região. As informações sobre números de vítimas variam entre diferentes fontes, sem confirmação única consolidada até o momento.

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