- Um menino iraniano de 11 anos morreu após ataque aéreo enquanto ajudava o pai em um posto de controle, em Teerã, no dia 11 de março.
- A morte reacendeu o debate sobre recrutamento de crianças para os serviços de segurança do Irã, segundo a mãe de Alireza Jafari, Sadaf Monfared, em entrevista ao jornal Hamshahri.
- De acordo com a família, o marido e o filho ajudavam patrulhas da milícia Basij para “manter a segurança de Teerã e de seu povo”.
- Na semana passada, um integrante do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica afirmou que a organização passaria a recrutar.
Um menino iraniano de 11 anos morreu em Teerã após supostamente ser atingido em ataque aéreo enquanto trabalhava ao lado do pai em um posto de controle.
A morte impulsiona a discussão sobre a participação de menores nos serviços de segurança do país.
A família do garoto, identificada pela imprensa local como Alireza Jafari, é citada pela mãe, Sadaf Monfared, afirmando que o pai e o filho ajudavam em patrulhas e postos da milícia Basij para manter a segurança da capital. O ocorrido ocorreu no dia 11 de março.
Segundo informações de fontes vinculadas à cidade, a morte trouxe à tona um debate sobre recrutamento de menores para as instituições de segurança.
Na semana passada, um integrante do Corps da Guarda Revolucionária Islâmica indicou que a organização poderia ampliar o recrutamento de jovens para seus serviços, sem detalhar como pretenderia implementar a medida.
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