- O governo de Israel afirmou ter morto Mahdi Vafaei, suposto chefe de engenharia de uma unidade de elite do Irã, em ataque aéreo em Kerman, Irã, na sexta-feira, 1º de abril de 2026.
- Segundo o Ministério da Defesa de Israel, Vafaei era responsável por criar bases ocultas para aliados iranianos na região em questão.
- A operação foi realizada por unidades especiais israelenses que usaram tecnologia de ponta para eliminar o alvo, destruindo uma instalação de engenharia avançada.
- O Irã não divulgou uma posição oficial; o governo iraniano nega envolvimento em atividades militares secretas e acusa Israel de tentar desestabilizar a região.
- A comunidade internacional acompanha as hostilidades crescentes no Oriente Médio, com potenciais impactos na estabilidade regional.
O governo de Israel afirmou que executou Mahdi Vafaei, chefe de engenharia de uma unidade de elite do Irã, após um ataque aéreo ocorrido na cidade de Kerman. A operação foi anunciada pelo Ministério da Defesa israelense nesta sexta-feira, 1º de abril de 2026.
Segundo as autoridades israelenses, Vafaei era responsável por criar bases ocultas para aliados iranianos na região. A instalação de engenharia avançada foi atingida, segundo o comunicado, com danos consideráveis.
A ofensiva teve como alvo uma instalação descrita como fundamental para as atividades de engenharia militar iranianas. O Irã ainda não confirmou oficialmente a morte de Vafaei e negou envolvimento em atividades militares secretas.
Unidades especiais de Israel teriam conduzido a operação, utilizando tecnologia de ponta para identificar e eliminar alvos estratégicos. A defesa israelense classificou o episódio como um golpe significativo para o programa iraniano.
As autoridades iranianas rejeitaram qualquer relação com atividades militares clandestinas e disseram ver o ataque como tentativa de desestabilização regional. A disputa entre Israel e Irã permanece tensa e sem afrouxamento público.
Reações internacionais
A comunidade internacional acompanha o desdobrar da crise com preocupação sobre impactos na segurança do Oriente Médio e na estabilidade regional. Observadores destacam que episódios como esse elevam o risco de escaladas militares.
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