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Novo líder supremo do Irã elogia Hezbollah e mantém apoio a grupo armado

Aiatolá Mojtaba Khamenei elogia Hezbollah e reafirma apoio iraniano, em meio ao conflito no Líbano, com mais de 1,2 mil mortos

Mojtaba Khamenei, novo líder supremo do Irã
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  • O aiatolá Mojtaba Khamenei elogiou o Hezbollah em mensagem ao chefe da milícia, Sheikh Naim Qassem, publicada no Telegram nesta quarta-feira.
  • Khamenei afirmou que o Irã continuará apoiando o grupo na resistência contra Israel e os Estados Unidos.
  • Ele elogiou a “emoção, o amor e a lealdade” dos combatentes do Hezbollah.
  • O líder não foi visto em público desde a nomeação, há mais de três semanas.
  • Desde 2 de março, o conflito no Líbano já deixou pelo menos 1.268 mortos, segundo o Ministério da Saúde do país.

O novo líder supremo do Irã elogiou o Hezbollah, grupo militante apoiado pelo país, em mensagem enviada ao chefe da organização nesta quarta-feira, 1º. A comunicação foi publicada no canal de Aiatolá Mojtaba Khamenei no Telegram. Na mensagem, ele reiterou o compromisso do Irã com o apoio ao grupo na resistência contra Israel e os Estados Unidos.

Khamenei também destacou a dedicação dos combatentes do Hezbollah, elogiando a “emoção, o amor e a lealdade” demonstrados pela militância. A divulgação ocorreu pouco depois da posse de Khamenei como líder supremo, ainda sem aparições públicas públicas do líder.

Conflito Israel-Hezbollah

Uma fonte próxima à situação informou à CNN que Khamenei sofreu ferimentos em um ataque anterior que matou seu pai e outros comandantes. Segundo a fonte, houve fratura no pé, contusão no olho esquerdo e cortes leves no rosto.

Contexto do conflito

O conflito entre Israel e o Hezbollah teve início em 2 de março, com ataques de foguetes e drones contra território israelense. Desde então, forças israelenses ocuparam áreas ao sul do rio Litani, no Líbano, e pediram a evacuação de moradores da região.

Balanço de mortos

O Ministério da Saúde do Líbano informou que, desde 2 de março, ao menos 1.268 pessoas morreram em ataques israelenses no país. O número reflete a escalada do confronto e os impactos sobre a população civil.

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