- Uma cúpula virtual sobre a crise do Estreito de Ormuz, organizada pelo Reino Unido, começou nesta quinta-feira, com a participação de mais de quarenta países.
- A secretária de Relações Exteriores britânica, Yvette Cooper, condenou a imprudência do Irã.
- O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, anunciou a realização da reunião e a presença de representantes de mais de trinta e cinco países para discutir opções diplomáticas e políticas para reabrir Ormuz, que foi bloqueado pelo Irã.
- Os Estados Unidos não estão entre os países presentes.
- Cooper afirmou que o Irã atua de forma imprudente em relação a países que não estavam envolvidos no conflito, o que pode afetar a segurança econômica global; planejadores militares também serão convocados para avaliar a mobilização de defesas coletivas.
Uma cúpula virtual sobre a crise do Estreito de Ormuz, organizada pelo Reino Unido, começou nesta quinta-feira, 2 de novembro. Representantes de mais de 40 países participam do encontro realizado de forma remota. O objetivo é avaliar opções diplomáticas e políticas para a reabertura do estreito, que tem ficado fechado desde o início do conflito na região.
No início da sessão, a secretária de Relações Exteriores britânica, Yvette Cooper, criticou a imprudência do Irã, que, segundo a ministra, afeta países que não estão envolvidos no conflito e impacta a segurança econômica global. O encontro é uma resposta à tentativa de manter livre passagem marítima na região.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, informou a realização da reunião, destacando a participação de representantes de diversos países para discutir saídas diplomáticas. A lista de nações não inclui os Estados Unidos, segundo as informações divulgadas.
Participantes e objetivos
Cooper afirmou que, paralelamente às discussões políticas, planejadores militares serão convocados para analisar como mobilizar as forças de defesa coletiva. O objetivo é avaliar mecanismos de resposta conjunta diante de eventuais riscos à segurança marítima e econômica da região.
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