- O comitê judiciário da Câmara dos EUA divulgou a terceira parte do relatório que acusa censura brasileira contra conteúdos que elogiavam Donald Trump.
- O documento afirma que houve solicitações de censura a plataformas como o X para remover conteúdos favoráveis ao presidente norte‑americano.
- Também diz que publicações que criticavam Joe Biden e a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) teriam sido impactadas.
- A peça sustenta que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, compromete a soberania dos EUA e pode interferir nas eleições brasileiras de outubro de 2026.
- A comissão é chefiada pelo deputado republicano Jim Jordan, que já se reuniu em janeiro com Eduardo Bolsonaro, Flávio Bolsonaro e Paulo Figueiredo.
O Comitê Judiciário da Câmara dos EUA publicou a terceira parte de um relatório sobre censura no exterior, apontando supostas ações do Brasil contra conteúdos pró Donald Trump e outras pautas. O documento foi divulgado na quarta-feira, 1º de abril de 2026, e envolve plataformas digitais.
Segundo o texto, o que o relatório classifica como censura brasileira teria envolvido solicitações para remover conteúdos que elogiam Trump. Também haveria pedidos para excluir publicações que criticavam Joe Biden e a USAID, ambas citadas no material.
Contexto e responsáveis
A peça afirma que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, seria parte de ações que prejudicariam a soberania norte-americana ao restringir a liberdade de expressão de cidadãos dos EUA. O documento sustenta que tais censuras podem impactar as eleições brasileiras de 2026.
Liderança e desdobramentos
A comissão é presidida pelo republicano Jim Jordan, aliado de Trump. O relatório cita encontros do deputado com Eduardo Bolsonaro, Flávio Bolsonaro e Paulo Figueiredo, ocorridos no Congresso dos EUA. A terceira parte do relatório compõe a série iniciada em 2024.
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