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Emirados Árabes dizem que uso do estreito deve ser garantido em acordo

Emirados dizem que o acesso ao Estreito de Ormuz deve constar em acordo, ressaltando a segurança da passagem como requisito econômico global

Bandeira dos Emirados Árabes Unidos
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  • Anwar Gargash, conselheiro diplomático do presidente dos Emirados Árabes Unidos, disse que qualquer acordo sobre a guerra dos EUA com o Irã precisa garantir a passagem pelo Estreito de Ormuz.
  • Ele afirmou que o Estreito não pode ser transformado em arma e que a segurança da passagem é imperativo econômico global, não moeda de troca regional.
  • Gargash afirmou que a liberdade de navegação no estreito deve fazer parte da solução, com um acordo claro sobre o tema.
  • O líder destacou que não se deseja uma escalada nem um cessar-fogo que não resolva as causas da instabilidade, especialmente relacionadas ao programa nuclear do Irã, mísseis e drones.
  • O comunicado ocorre enquanto Estados Unidos e Israel realizam ofensivas contra o Irã, sob alegação de destruir seu programa de armas nucleares e o arsenal de mísseis balísticos.

Emirados Árabes Unidos defendem que qualquer acordo sobre o conflito entre EUA e Irã inclua garantias de passagem pelo Estreito de Ormuz. Anwar Gargash enfatizou que a via não pode virar arma nem moeda de barganha.

A autoridade afirmou que a segurança do estreito é um imperativo econômico global e não pode ficar refém de nenhum país. A liberdade de navegação deve integrarse a qualquer solução de conflito.

Gargash, conselheiro diplomático do presidente dos EUA, destacou que o objetivo é encerrar a guerra, mas sem deixar de tratar as causas da instabilidade regional, especialmente o programa nuclear iraniano, mísseis e drones.

Garantia de passagem pelo Estreito

O Estreito de Ormuz é citado como peça central para evitar elevações de risco na região. A passagem livre deve acompanhar um acordo claro sobre a segurança da hidrovia para os desafios atuais.

A declaração ocorre em meio a operações envolvendo EUA e Israel que, segundo autoridades, visam conter o desenvolvimento nuclear do Irã e reduzir o apoio a milícias regionais.

Líderes de diversas áreas discutem um cessar-fogo que não resolva as causas profundas da tensão. O objetivo, segundo a visão dos Emirados, é evitar uma escalada maior na região.

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