- A Paramount Skydance garantiu US$ 24 bilhões de fundos soberanos do Oriente Médio para financiar a aquisição da Warner Bros. Discovery, segundo o The Wall Street Journal.
- O Public Investment Fund, da Arábia Saudita, deve aportar cerca de US$ 10 bilhões; o restante virá de fundos soberanos do Qatar e de Abu Dhabi.
- A entrada de fundos reduz o montante de capital que seria aportado por Larry Ellison, cofundador da Oracle e pai de David Ellison, que havia se comprometido a contribuir com até US$ 46,7 bilhões.
- A Warner Bros. Discovery aprovou a proposta em fevereiro, com valor de US$ 31 por ação; a Netflix avaliou o negócio, mas não apresentou contraoferta.
- A operação ainda depende de aprovações regulatórias nos Estados Unidos, com a assembleia de acionistas marcada para 23 de abril de 2026 e análise de órgãos como FCC, DOJ e CFIUS.
A Paramount Skydance garantiu US$ 24 bilhões de fundos soberanos do Oriente Médio para financiar a aquisição da Warner Bros. Discovery, segundo o The Wall Street Journal, divulgado nesta segunda (6 abr 2026). O financiamento vira em parte de investimentos públicos internacionais, com a transação buscando consolidar o grupo de mídia.
O Public Investment Fund da Arábia Saudita aportará cerca de US$ 10 bilhões. O restante virá de fundos soberanos do Qatar e de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. A operação embute uma parcela significativa de capital externo à empresa adquirente.
A Paramount Skydance é chefiada por David Ellison, filho de Larry Ellison, cofundador da Oracle. A entrada dos fundos reduz o montante de capital que Ellison precisava aportar, embora ele ainda tenha contribuído com uma parcela relevante.
O conselho da Warner Bros. Discovery aprovou a proposta de US$ 31 por ação em fevereiro. A Netflix avaliou o negócio, mas não apresentou contraoferta. A operação depende de aprovações regulatórias nos EUA.
A assembleia de acionistas da Warner Bros. Discovery está marcada para 23 de abril de 2026. A análise envolve órgãos como a FCC, o Department of Justice e o CFIS, que acompanham questões de concorrência e investimentos estrangeiros.
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