- O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, defendeu o uso do Pix e pediu que o sistema seja estendido ao Brasil.
- A fala ocorreu em meio a críticas dos Estados Unidos, apresentadas em relatório sobre supostas barreiras comerciais.
- O documento aponta que o Pix pode favorecer a plataforma estatal e prejudicar empresas privadas de pagamentos eletrônicos.
- Diante disso, o Banco Central brasileiro seria acusado de exigir o uso do Pix por instituições com mais de meio milhão de contas.
- Petro afirmou que a lista da OFAC serve para perseguir opositores políticos, criticando o relatório e o governo dos Estados Unidos.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, pediu pela extensão do Pix ao seu país em publicação nas redes sociais, e sugeriu que o Brasil pare de considerar a lista da OFAC. A mensagem ocorre em meio a críticas norte-americanas ao sistema de pagamentos, destacadas em relatório sobre supostas barreiras comerciais.
O documento federal dos EUA, divulgado no dia 1º, aponta preocupações com o Pix e também aborda tributação de importações de baixo valor e falhas no combate à pirataria, citando a Rua 25 de Março como exemplo. A avaliação indica que o modelo de pagamentos pode favorecer a plataforma estatal em detrimento de empresas privadas estrangeiras.
Segundo o relatório, autoridades norte-americanas consideram que o Banco Central pode privilegiar o Pix, o que colocaria fornecedores de serviços de pagamento dos EUA em desvantagem. O texto também aponta que o BC exige o uso do Pix por instituições com mais de 500 mil contas.
Petro criticou o conteúdo do relatório e a atuação do governo dos Estados Unidos, afirmando que a lista da OFAC funciona para perseguir a oposição política internacionalmente. A defesa do Pix pelo presidente colombiano aparece como parte de uma discussão sobre integração financeira regional.
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