- Majid Khademi era chefe de inteligência da Guarda Revolucionária do Irã e atuou por cerca de cinquenta anos na organização.
- A morte foi anunciada na segunda-feira, 6 de abril, após bombardeio em Teerã pelas Forças de Defesa de Israel (IDF), conforme confirmação da Guarda Revolucionária.
- Khademi assumiu o cargo de chefe de inteligência da Guarda Revolucionária em junho de 2025, substituindo Mohammad Kazemi.
- Antes, guiou a Organização de Proteção da Informação do Ministério da Defesa e Apoio às Forças Armadas, ficando responsável pela vigilância interna e contraespionagem.
- Autoridades israelenses o acusam de participar de ataques terroristas internacionais e de monitorar civis iranianos durante repressões a protestos no país.
Majid Khademi, chefe de inteligência da Guarda Revolucionária do Irã, morreu após um bombardeio atribuído às Forças de Defesa de Israel na capital Teerã. A confirmação veio do IDF e da organização paramilitar iraniana por meio do Telegram.
Segundo as autoridades israelenses, Khademi foi atingido ao amanhecer, em Teerã, em meio aos embates que se intensificaram desde o início do conflito. A morte se soma à sequência de baixas entre altas autoridades iranianas desde fevereiro.
Khademi atuava há cerca de cinco décadas na Guarda Revolucionária, sendo considerado um dos comandantes mais graduados. Assumiu a cargo de inteligência da organização em junho de 2025, após a morte de Mohammad Kazemi em ataque coordenado por Israel.
Antes, liderou a Organização de Proteção da Informação do Ministério da Defesa e Apoio às Forças Armadas, encarregada de vigilância interna e contraespionagem. Também ocupou funções de liderança no Ministério da Defesa do Irã.
Autoridades israelenses acusam Khademi de supervisionar ações de ataques terroristas em diferentes regiões e de monitorar civis iranianos durante o contexto de repressão a protestos no país. O Irã não comentou oficialmente a respeito.
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