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China e Rússia vetam intervenção militar no estreito de Ormuz na ONU

China e Rússia vetam na ONU resolução para desbloquear o Estreito de Ormuz, mantendo o bloqueio e possíveis elevações dos preços do petróleo e do comércio global

Membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas votam uma resolução que pede o desbloqueio do Estreito de Ormuz, durante uma reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre o Irã e o Oriente Médio na sede da ONU em Nova York, em 7 de abril de 2026
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  • O Conselho de Segurança da ONU rejeitou a resolução para desbloquear o Estreito de Ormuz, com veto de China e Rússia.
  • A medida exigia pelo menos nove votos favoráveis e nenhum veto dos cinco membros permanentes.
  • A proposta foi apresentada após o bloqueio do estreito por forças iranianas, em resposta a sanções internacionais.
  • Mesmo com votos a favor de Estados Unidos, França e Reino Unido, a resolução não foi aprovada.
  • A comunidade internacional teme impacto significativo no comércio global de petróleo e busca solução diplomática para evitar crise maior.

O Conselho de Segurança da ONU rejeitou uma resolução que pedia o desbloqueio do Estreito de Ormuz, chave para o transporte de petróleo. A votação ocorreu em Nova York, em 7 de abril de 2026, e a proposta não alcançou o mínimo de nove votos favoráveis com o veto de dois membros permanentes.

China e Rússia, membros permanentes, vetoaram a medida, argumentando que a questão exige negociações diplomáticas entre as partes envolvidas. Os demais membros que apoiaram a resolução foram Estados Unidos, França e Reino Unido.

A resolução visava assegurar a liberdade de navegação no estreito, diante do bloqueio imposto por forças iranianas em resposta a sanções internacionais. Especialistas destacam riscos para o comércio global de energia e pedem uma retomada do diálogo para evitar uma crise maior.

O Conselho de Segurança continuará monitorando a situação na região e pode discutir novas medidas para manter a segurança marítima e a estabilidade econômica global. A comunidade internacional permanece atenta aos desdobramentos e ao acesso a vias de abastecimento.

Fonte: Folhapress

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