- Paris Internationale, feira de arte contemporânea sem fins lucrativos, chega a Milão com a edição inaugural e uma lineup de trinta e quatro galerias.
- Entre as novidades estão Jocelyn Wolff, kaufmann repetto, Luisa Delle Piane e Sylvia Kouvali, com espaços em Londres e Piraeus.
- Nerina Ciaccia, cofundadora da Paris Internationale, diz que Milão combina cultura de acúmulo, tradição da arte contemporânea e proximidade entre arte, design e produção.
- A estreia em Milão ocorre durante a Milão Art Week, alinhada ao Miart e ao Salone del Mobile.
- O mercado italiano, especialmente no norte, mantém uma base relevante de colecionadores em meio a um cenário global; Milão atrai galerias e investidores, com recentes aberturas e incentivos fiscais.
The Paris Internationale fair desembarca em Milão neste mês, ampliando a presença de feiras internacionais na cidade. A edição milanesa da organização sem fins lucrativos reúne 34 galerias, incluindo estreantes como Jocelyn Wolff e kaufmann repetto, além de espaços locais como Luisa Delle Piane e Sylvia Kouvali.
Nerina Ciaccia, cofundadora da Paris Internationale, explica que Milão combina uma cultura de colecionismo forte com tradição na arte contemporânea e proximidade entre arte, design e produção. A decisão de estrear na cidade foi estratégica, ligada à maturidade cultural local.
Cenário de Milão e a Art Week
Milão vive um momento de crescimento cultural e empresarial no setor artístico. Em 2024, galerias abriram na cidade, acompanhando mudanças legais, como a redução de imposto sobre venda e importação de arte, que facilita negócios.
A cidade já concentra um conjunto de eventos de peso, como Miart e Salone del Mobile, que compõem a Milán Art Week. Há expectativa de que a chegada de Paris Internationale fortaleça o ecossistema de galerias e colecionadores.
Impulso para o mercado e perspectivas
O influxo de novos espaços sinaliza diversificação de atuação no norte da Itália. Além da atuação de colecionadores locais, há interesse internacional em reforçar redes de aquisição e visibilidade para artistas contemporâneos.
Nos últimos anos, Milão tem atraído galerias e dealers de fora, ampliando a circulação de obras e estratégias de compra. A cidade permanece como polo emergente para a cena de arte contemporânea na Itália.
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