- Trump afirmou que é “totalmente ilegal” o Irã ter jovens cercando usinas de energia como escudos humanos, segundo a NBC News.
- O Irã convocou jovens para comparecerem a usinas de energia como forma de evitar ataques dos Estados Unidos e de Israel, perto do prazo para um cessar-fogo no Oriente Médio.
- O presidente dos Estados Unidos deixou a questão sobre o aviso de que “uma civilização inteira morrerá esta noite” sem esclarecer, dizendo que será revelado.
- A Casa Branca confirmou que o Paquistão pediu adiamento de duas semanas do prazo para negociações de paz com Teerã; uma resposta será enviada.
- O secretário-geral da Organização das Nações Unidas manifestou preocupação com a ameaça de ataque a infraestruturas civis, afirmando que nenhuma ação militar pode justificar sofrimento de populações.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que é totalmente ilegal o Irã ter jovens circulando ao redor de usinas de energia como se fossem escudos humanos. A declaração foi feita em associação com a NBC News.
Segundo Trump, o Irã não tem essa permissão e a prática é questionável do ponto de vista legal. A fala ocorre em um momento de tensão na região, com o regime iraniano chamando jovens para perto de infraestruturas críticas para evitar ataques.
O líder americano também divulgou nas redes sociais a afirmação sobre uma possível destruição de uma civilização, sem esclarecer os detalhes. Perguntado, respondeu que a explicação seria descoberta posteriormente.
Paralelamente, a Casa Branca informou que recebeu um pedido do Paquistão para adiar, em duas semanas, o prazo para negociações de paz com Teerã. A secretaria de imprensa, Karoline Leavitt, afirmou que há uma resposta em vias de ser enviada.
Autoridades internacionais reagiram às declarações. O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse estar profundamente preocupado com a ideia de atacar infraestruturas civis e com o risco de sofrimento de populações.
Guterres ressaltou que nenhum objetivo militar justifica a destruição de serviços essenciais e que decisões políticas não devem colocar civis em risco. O porta-voz Stephane Dujarric divulgou o posicionamento.
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