- A China incentivou o Irã a aceitar um cessar‑fogo com os EUA e a reabrir o estreito de Ormuz, segundo a Associated Press, que cita duas fontes anônimas.
- A China é apontada como principal parceira comercial do Irã, buscando a estabilidade da região para seus interesses econômicos.
- A trégua entre EUA e Irã foi anunciada em 7 de abril de 2026, com prazo inicial de duas semanas.
- O acordo prevê a abertura do estreito de Ormuz para passagem segura durante o intervalo, com mediação militar.
- O Irã iniciará negociações com representantes dos EUA em Islamabad, Paquistão, durante as duas semanas de cessar-fogo.
A China incentivou o Irã a aceitar um cessar-fogo temporário com os EUA e a reabrir o estreito de Ormuz para o tráfego mundial. A informação, publicada pela Associated Press, cita duas fontes anônimas com conhecimento direto das negociações.
Segundo as fontes, autoridades chinesas trabalharam para que o Irã encontrasse uma forma de avançar em um acordo de paz. A China é a principal parceira comercial do Irã e busca estabilidade regional para seus interesses econômicos.
A trégua foi anunciada na terça-feira, 7 de abril de 2026, por meio do presidente dos EUA. O anúncio ocorreu próximo ao prazo de um ultimato ao Irã. Trata-se de um acordo com prazo inicial de duas semanas.
O Irã afirmou que o estreito ficará aberto por duas semanas, com passagem sob mediação militar. O anúncio foi feito pelo ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, em X (antigo Twitter).
Pelo lado chinês, o Ministério das Relações Exteriores ressalta a atuação diplomática de Wang Yi, com a divulgação de ligações tratadas para viabilizar o cessar-fogo. A China também tem impulsionado propostas de paz com outras nações da região.
Negociação por Ormuz
A trégua entre EUA e Irã envolve negociações para um término definitivo do conflito. O Irã deverá iniciar conversas em Islamabad, Paquistão, durante as duas semanas de cessar-fogo, com representantes americanos.
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