- A Grécia proibirá o acesso às redes sociais para menores de 15 anos a partir de 1º de janeiro de 2027.
- A decisão foi anunciada pelo primeiro-ministro Kyriákos Mitsotákis, citando aumento de ansiedade, problemas de sono e o design viciante das plataformas.
- O governo afirma que a Grécia estará entre os primeiros países a agir e pretende pressionar a União Europeia a adotar regras similares.
- A partir de 1º de janeiro de 2027, as plataformas deverão restringir o acesso ou enfrentarão multas conforme a Lei de Serviços Digitais da UE, que podem chegar a 6% do faturamento global.
- A Austrália já proibiu redes sociais para menores de 16 anos em dezembro, sendo o primeiro país a adotar essa medida.
A Grécia anunciará a proibição de acesso às redes sociais para crianças com menos de 15 anos a partir de 1º de janeiro de 2027. A decisão foi comunicada pelo primeiro-ministro Kyriákos Mitsotákis, citando aumento da ansiedade, problemas de sono e o design viciante das plataformas.
Uma pesquisa da Alco, publicada em fevereiro, mostrou que cerca de 80% dos entrevistados apoiam a medida. O governo já baniu telefones celulares em escolas e criou plataformas de controle parental para reduzir o tempo de tela dos jovens.
O governo informou que a Grécia estará entre os primeiros países a adotar a medida e que houve acordo com pais antes da decisão. A iniciativa visa pressionar a União Europeia a seguir o mesmo caminho.
A Austrália foi o primeiro país a proibir menores de 16 anos de usar redes sociais em dezembro, limitando plataformas como TikTok, YouTube, Instagram e Facebook. Empresas como Meta, Snapchat e TikTok disseram discordar da eficácia, mas afirmaram que cumprirão a regra.
Ainda não há como forçar as plataformas a verificar idades, segundo o governo grego. Recomendam-se mecanismos da UE e da Grécia, além de manter o envolvimento dos pais no controle.
A partir de 1º de janeiro de 2027, as plataformas deverão restringir o acesso aos menores ou enfrentar multas sob a Lei de Serviços Digitais da UE, que podem chegar a 6% do faturamento global, informou o ministro Dimitris Papastergiou.
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