- Nicolás Maduro permanece preso nos Estados Unidos, com a esposa, Cilia Flores, no Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, em Nova York.
- O juiz federal Alvin K. Hellerstein proibiu que os advogados de Maduro compartilhem provas do caso com outros réus que estão foragidos.
- A decisão afirma que não é necessário compartilhar essas provas para a defesa, alinhando-se ao entendimento da promotoria sobre riscos às testemunhas e ao andamento das investigações.
- A medida não vale para acusados ainda não presos, como Nicolás Maduro Guerra e Diosdado Cabello, que negam as acusações.
- Maduro divulgou, pela primeira vez, que está bem, em mensagem publicada pela equipe de defesa, agradecendo o apoio.
Maduro sofre nova derrota na Justiça dos EUA. O ex-ditador da Venezuela está detido com a mulher no Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, em Nova York, desde janeiro, após operação dos EUA em Caracas. Enfrenta acusações de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e corrupção.
O juiz federal Alvin K. Hellerstein proibiu, nesta terça-feira, que advogados de Maduro compartilhem provas com outros réus foragidos. A medida também vale para as defesas envolvidas no caso, sob a justificativa de não ser necessário para a defesa. Não se aplica a acusados ainda não presos, como Nicolás Maduro Guerra e Diosdado Cabello.
Este é o desdobramento mais recente para Maduro e Cilia Flores, que permanecem detidos no Brooklyn. O casal mantém a versão de innocence e nega as acusações. Em março, o juiz rejeitou pedido de arquivamento do processo feito pela defesa, que alegava sanções impedindo pagamento de custos da defesa.
Maduro divulgou, no dia 29, a primeira mensagem desde a prisão, dizendo estar bem e agradecendo o apoio. A comunicação foi publicada pela equipe de defesa e aliados políticos, segundo seus representantes.
Panorama jurídico e implicações
A decisão de restringir o compartilhamento de provas envolve questões de proteção de testemunhas e andamento das investigações, segundo a denúncia. A defesa permanece sob avaliação quanto à viabilidade de novos recursos processuais.
Próximos desdobramentos
Não há data prevista para julgamento final no caso em fevereiro. Análises indicam que decisões sobre acessos a documentos e estratégias de defesa podem influenciar o ritmo dos próximos atos processuais.
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